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Renasce a Esperança

 Minha geração, por toda a sua existência, foi marcada pela sombra do comunismo, felizmente sempre derrotado, embora sempre na 25ª hora. Hoje, às vésperas de mais uma eleição, parece-me que finalmente acertamos a cabeça da jararaca e, depois de longa espera, temos ao nosso alcance o Brasil próspero e moderno que todos queremos e que nos foi negado por essa verdadeira quadrilha que, por meio de mentiras e engodos, encastelou-se no poder disposta a qualquer indignidade para nunca mais o perder.
Na minha juventude alcancei os ecos da Intentona Comunista de 1935, em que um capitão – inapropriadamente alcunhado de Cavaleiro da Esperança – a soldo de governo estrangeiro, traiu sua pátria e conseguiu, por meio de falácias, torpezas e enganações, dividir o Exército e envolvê-lo numa luta fratricida. Para debelar a insana rebelião foi necessário fazer fogo de artilharia no interior da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro. Que tragédia!
Em 1964, numa ação ousada, inteligente e fulminante, as hostes comunistas foram novamente batidas quando estavam prestes a deflagrar um outro movimento, dessa vez mais organizado que o anterior. A paulada, todavia, revelou-se posteriormente fraca e tímida, tanto que ao final daquela década voltaram a agir novamente, agora por meio de guerrilhas urbana e rural. Não fosse a resposta enérgica dos chefes de então e o heroísmo e o estoicismo de homens do porte de um USTRA e de um MÉDICE, certamente o Brasil e boa parte da América Latina estariam hoje a viver uma caricatura do regime cubano.
Veio, então, a anistia e o fim dos governos militares. As Forças Armadas retiraram-se do Poder e voltaram aos quartéis. Surgiu a expressão “sociedade civil organizada”. Foi o começo da divisão da sociedade em “nós” e “eles”. Foram anos difíceis para a tropa que, muito bem conduzida por competentes e responsáveis chefes, embora frequentemente hostilizada por antigos aliados, resistiu ao canto das sereias e das vivandeiras que rondavam os quartéis a sugerir e mesmo a propor a “solução fácil” de “virar a mesa” e implantar um regime ditatorial.
Hoje, ao vislumbrar a luz no final do túnel, vejo que valeu a pena esperar. O povo brasileiro, ao que parece, finalmente se deu conta de que seu destino pode Ser Bem melhor do que viver eternamente à espera de se tornar o “país do futuro”. Não há nenhuma razão para vivermos sempre à mercê da insegurança, da estúpida carga de impostos, das estradas esburacadas, dos portos inoperantes, do racionamento de energia, da baixa qualidade da educação, da sufocante burocracia, do Sistema de saúde ineficiente, de governos corruptos, do sistema governamental ultrapassado, de uma economia mal conduzida, do desemprego, dos transportes urbanos precários, etc. Afinal, no passado recente não fomos acometidos por nenhum dos três grandes flagelos da Humanidade: a fome, a peste e a guerra. Muitos países que sofreram tais tragédias nas últimas décadas já se recuperaram completamente e hoje desfrutam de excelente padrão de vida. Quanto a nós, temos tudo para prosperar e com eles nos ombrearmos. Chega de “marcar passo”.
Hoje, o brasileiro, cansado dos “ismos”, quer qualidade de vida, como a dos povos do primeiro mundo. Quer parar de ser enganado. Quer ser bem governado. Quer o fim dessa longa e tenebrosa noite a que foi levado, nos últimos vinte anos, por inescrupulosos dirigentes. Quer finalmente ocupar o lugar a que tem direito entre as nações mais desenvolvidas e cultas do mundo.
E mais: como já enfatizaram diversos chefes militares, é preciso deixar bem claro que Bolsonaro NÃO é candidato das Forças Armadas, que não constituem partido político e não têm candidato. Bolsonaro é candidato DO POVO, dos homens de bem, dos que se cansaram de servir de cobaia para tentativas frustradas de restabelecer à força um sistema que fracassou em todo o mundo, em especial na própria União Soviética, berço do comunismo. Votar no Bolsonaro é, antes de mais nada, votar contra tudo o que o PT representa. É o voto anti-PT. 
Mais para a frente, se o Governo errar – e evidentemente algumas vezes  errará – o povo estará tranquilo, pois saberá que errou tentando acertar, não para enganar nem para colocar dinheiro no bolso. E, com o passar dos anos, que haja alternância no Poder, nunca a perpetuação de um grupo no comando da nação.
Definitivamente, chega de comunismo, de socialismo e de petismo. Chega de Foro de São Paulo. O brasileiro não quer mais um sistema que atenda às necessidades de Cuba, da Venezuela, da Bolívia ou da Nicarágua. Quer seu próprio sistema. Quer, em suma, democracia e desenvolvimento de verdade.
Somente assim a nação poderá considerar que acertou de vez a cabeça da jararaca e derrotou definitivamente essa ideologia ultrapassada que há cem anos nos puxa para trás e impede nosso crescimento, ressurgindo sempre com novas táticas, desde a luta armada até a corrupção.
PT nunca mais!
 
Gen Div Refo Mário Ivan Araújo Bezerra
23/10/2018


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