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CORROMPENDO A INFÂNCIA - Pais reclamam de bonecas ‘trans’ de ação social em Goiás



REVISTA VEJA 

Por Da Redação
access_time15 dez 2017, 

16h30 - Publicado em 15 dez 2017
 13h45
Pais reclamam de bonecas ‘trans’ de ação social em Goiás:

Pais de crianças goianas não gostaram dos presentes que seus filhos receberam em uma ação natalina. Pelas redes sociais eles reclamaram do que diziam ser “bonecas transgênero” distribuídas pela Organização das Voluntárias de Goiás, com o apoio do governo estadual. Alguns brinquedos, entregues na quarta-feira 13, têm características femininas, mas suas roupas cobrem a representação de um órgão masculino.

Em vídeo, um pai da cidade de Nova Gama critica a distribuição do brinquedo e tira a roupa da boneca para mostrar a “incoerência”. Apesar da indignação, outros pais apoiaram a iniciativa que, para eles, incentiva o debate de gênero e diversividade.

Entretanto, a própria organização não se alinha a nenhuma das correntes e nega qualquer intenção de fomentar esse debate. Para eles, o que ocorreu foi um erro de interpretação. Segundo a assessoria da entidade, o objetivo era apenas distribuir os presentes para as crianças dentro do Projeto Show de Natal, que acontece desde 1999. A organização, ligada à Igreja Católica, distribui presentes a crianças em mais de 256 municípios goianos em parceria com o governo estadual.

Em entrevista coletiva, o diretor da organização Major Augusto, disse ter ficado surpreso com a polêmica em torno do brinquedo. “Nos colocamos à disposição para receber as devoluções de brinquedos, os pais têm a opção de escolha de outros itens que estão sendo distribuídos em todo o Estado”, disse. O diretor lembrou, também, que em 2016 a organização distribuiu o mesmo brinquedo e que na ocasião não houve nenhuma queixa.

CORROMPENDO A INFÂNCIA

Miguel Lucena*

A distribuição de bonecas de pênis, pelo governo goiano, nas escolas públicas de Goiás, demonstra que muitas das reivindicações dos movimentos desse setor caminham no sentido não de combater a discriminação e o preconceito, mas de conquistar mentes e corações, moldando um novo homem e uma nova mulher de acordo com a concepção que os engajados defendem.

Os homossexuais têm o direito de exercer sua sexualidade, conforme a orientação que escolheram. A ninguém é dado o direito de ofendê-los por essa escolha. A militância, porém, não entende assim, vai mais além e luta pela derrocada da sociedade patriarcal, a quem tratam como um “demônio”.

Há todo um discurso no sentido de atribuir os males do mundo à sociedade patriarcal. Uma secretária de Segurança chegou a dizer, na sede da Polícia Civil do DF, que os problemas da área só seriam resolvidos com o fim do patriarcado.

O gayzismo, que tem mais a ver com pensamento subversivo de esquerda do que com os direitos dos homossexuais, quer moldar a sociedade de acordo com suas crenças. Parte do princípio de que não se nasce homem ou mulher e que o sexo é escolhido depois, quando o sujeito cresce.

A Natureza e a Biologia não prestam, segundo o gayzismo, para explicar por que a mulher nasce com vagina e o homem com pênis. O sexo estaria na cabeça de cada pessoa. Por isso, querem impor às crianças o ensino de que menino por ser menina e vice-versa.

A mesma corrente ideológica que previu o fim dos estupros e das agressões físicas contra a mulher, a partir da liberação sexual, ficando desmoralizada com o aumento vertiginoso desse tipo de violência, agora surge com a tese de que as crianças serão mais felizes com sexo indefinido.

O objetivo é sempre o mesmo: bagunçar a civilização, implantar o caos e colher os frutos dessa semeadura, conquistando o poder e matando a alma dos viventes.


*Miguel Lucena é Delegado de Polícia Civil do DF, jornalista e escritor.




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