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UNITA constata que país parou um ano depois das Eleições Gerais de 2022


O líder da UNITA constata que, um ano depois das eleições gerais de Agosto de 2022, o país parou com uma população triste, sem energia e sem dinâmica, devido ao que entende ser falta de soluções para os problemas básicos que afligem as famílias em todo o território nacional.

Ao intervir nesta terça-feira, 3, num acto político de massa defronte à sede da UNITA no centro da cidade de Malanje, dia em que os deputados do maior partido na oposição começam com as XI jornadas parlamentares, Adalberto Costa Júnior disse que, pela realidade constatada “existem muitos municípios de Angola que não têm nenhuma única empresa e nenhum banco”, situação que segundo o político “cria constrangimentos para quem pretenda, no fim do mês, levantar o seu salário, facto que tem obrigado a caminha de 300 a 400 quilómetros ao encontro de um banco”.

Para o presidente da UNITA “não é essa Angola que os angolanos sonharam construir”, tendo garantido que o seu partido vai continuar a lutar à favor dos interesses do povo com vista o bem-estar das populações.

Disse que os angolanos precisam viver a paz social, bem-estar que passa em ter as três refeições diárias, o que para Adalberto Costa Júnior “não acontece”.

“Um ano depois das eleições nós temos crises em todo o lado, que já vinha há uns anos atrás, que ficou mais acentuada”, sublinhou ressaltando que “temos crise econômica bem como uma grande crise institucional que obrigou o grupo parlamentar a mover um processo de destituição do Presidente da República”.

Na sua intervenção de pouco mais de vinte minutos, o líder da UNITA, defendeu um país mais inclusivo, democrático, de dignidade, paz e desenvolvimento.

Adalberto Costa Júnior assinalou que no quadro da crise institucional, os angolanos enfrentam um cenário “preocupante” em que “todos os dias temos violações, prisões, ameaças, limitação das liberdades, os jovens são perseguidos, pessoas são mortas e nós somos censurados na imprensa onde não espaços”.

O líder da UNITA voltou a defender a necessidade da realização das autarquias locais, que para ele devem acontecer em 2024. Adalberto Costa Júnior fez saber que o partido no poder “tem medo das eleições autárquicas” e reforçou que “quanto mais se adiar as autarquias locais mais se agrava a pobreza no seio das populações”.

No quadro das XI jornadas parlamentares, que decorrem de 3 a 7 de Outubro, na cidade de Malanje, os 84 dos 90 deputados da UNITA, reservam esta quarta-feira, para visitas de constatação nos 14 municípios da província. In Club-K


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