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O que houve com essa geração atual?

Geração defeituosa.
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O que há de errado com os novos profissionais? Não podemos cobra-los ou critica-los pois tudo leva a brigas ou coisa pior, saiba o que houve e como se remediar contra o efeito ego.

Origem:
De meados dos anos noventa pegando boa parte dos anos 2000 em diante a geração que surgia foi resultante de um efeito chamado “super valorização do ego” um reflexo do trabalho de alguns psicólogos que enalteceram a importância de se estimular o ego em crianças e adolescentes, o resultado desde movimento foi um exagerado senso de recompensa que foi adotado por pais e mães mundo a fora, e é claro isso teve consequências.

Partindo para o conceito oposto ao que o texto original ressaltava os pais passaram a mimar e a elogiar os filhos por qualquer coisa, com isso, o ego das crianças da geração X e Y se tornaram despropositais e fragilizados, não podendo suportar críticas e perdendo a capacidade de adaptação, algo tão vital ao ser humano.

Quando essas crianças se formam e partem para o mercado de trabalho, Seus sonhos egocêntricos e narcisistas se chocaram com a dura realidade, eles não são especiais, para o mundo eles são apenas mais um número no registro de funcionários e nada mais. A realidade pode ser e é cruel na maioria do tempo, muitas vezes injusta, todavia esta é a realidade. A geração de mimados elevou as raias do absurdo a taxa anual de suicídios e de entradas médicas por automutilação, simplesmente por terem zero aptidão a lidar com negativas, criticas, responsabilidades e cobranças, e estes quatro pilares é que sustentam a base da vida adulta. O resultado de todo esse culto ao “eu” foram pessoas com pré-disposição a desenvolver pânico e depressão, dentre outras desordens e até possíveis patologias resultantes de uma má formação da psique e de uma visão distorcida e heliocêntrica do mundo.

         De raiz:
Resultado de imagem para spoiled adultsMuito se especula sobre onde se iniciará os problemas com a geração atual, na maioria dos casos supomos que a culpa é dos pais, de fato maior peso recai sobre os ombros dos criadores, mas não somente nesta categoria a culpa reside.

A mídia também teve grande papel no desenvolvimento e na veneração do próprio ego. Várias propostas, implícitas e muitas vezes explicitas em desenhos infantis ressaltam a importância da tentativa e se esquecem de visar os resultados e a competição, conceitos que foram totalmente excluídos na criação da geração atual. País ausentes devido a longas jornadas de trabalho deixaram seus filhos sobre os cuidados de um tubo de televisão que os ensinou por meio de cores brilhantes e sons alegres que eles eram especiais, únicos e que o mundo os devia algo, bem a realidade é que o mundo não os deve nada! 

Adolescentes são bombardeados pelas mídias sociais e pela mídia de massa com mensagens que pregam o individualismo, egoísmo e cultura do próprio ego, não é difícil topar na sua Timeline alguma postagem do tipo “soma ou some” enaltecendo o próprio ego e a própria visão de mundo, excluindo cada vez mais a capacidade que deveria ser inapta a todo ser humano de se adaptar ao seu meio.

O ensino mundial também é um dos precursores do “movimento eu” Sempre estimulando que todos são vencedores e que não importa quem ganha, mas a realidade é que no mundo profissional só o vencedor é lembrado, o perdedor não passa de um degrau. As escolas baniram a competitividade até mesmo em seus esportes por medo do que a derrota poderia fazer aos derrotados, e se esquecem que há muito mais a se aprender na derrota do que na vitória. As escolas com seus currículos e grades cada vez mais voltadas a acéfalos que não dificilmente dão as respostas em uma bandeja de prata  criaram nada mais do que seres humanos inúteis,inseguros e despreparados para as funções que exercem, profissionais e adultos que precisam de muletas emocionais e psicólogos simplesmente para aguentar mais um dia, seres humanos frágeis como um colibri e que se sentem como águias.

Mão firme
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Não cabe a mim ser o dono da verdade, tampouco estou aqui ditando como você deve criar seus filhos, porém, um equilíbrio deve ser adotado pelo bem de toda a humanidade, pois nossas crianças são o futuro e o futuro não pode ter teto de vidro.

Seja mais duro, mais severo. Não tenha medo de reprimir, punir, criticar e castigar seus filhos, pois estes serão os maiores presentes que você dará a eles. Controle a mesada e dê só o que seu filho merece! Se ele tirar notas menores ele ganha menos, assim como funciona no mundo real aonde você ganha só pelo que você produz.

Nunca o elogie por fazer suas obrigações, se é uma obrigação não é um feito, o elogie se ele tomar a iniciativa de fazer mais do que lhe foi ordenado, aí você está estimulando a pró atividade e não enaltecendo o ego.

Permita que seu filho erre, aprenda com os próprios erros e o force desde cedo a assumir a responsabilidade por seus atos, se não eles crescem adultos birrentos e orgulhosos que nunca assumem a culpa do que fizeram.

Nosso principal legado são nossos filhos, que tipo de legado você quer deixar? Um humilde vencedor que não tem medo de encarar o mundo mas que tem respeito o suficiente para não pisar em ninguém? Ou uma eterna criança, que chora e se corta sempre que não consegue o que quer?


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