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Girl Power: Pitty

OLÁR! TUROBOM?

Senti a necessidade de adicionar mais uma categoria ao BHZ. Percebo há tempos que o meu mundo é basicamente 95% feminino e olha... quantas mulheres incríveis! Dentre as que me influenciaram diretamente ou indiretamente, me sinto imensamente grata por ter aprendido um pouquinho com cada uma delas. Nada melior do que homenageá-las, uma a uma. Tenho certeza que algumas delas devem ter sido presentes também no caminho de vocês e quero saber também esses detalhes, heeeeein?

Fazendo um throwback aqui, tentei lembrar da primeira mulher que influenciou a formação da minha personalidade DE VERDADE. Cheguei a conclusão que este momento me arrebatou aos 11 anos, quando a Pitty ficou conhecida no BR devido à música em trilha sonora de novela (eu era criança, ME PERDOEM POR ESTE TER SIDO O MEIO HAHAHAH). 

Priscila Leone: Mulher, baiana, feminista e cantora de banda de rock. Quer mais improbabilidade do que as categorias que ela ostenta? "Na Bahia só toca axé", "Rock é coisa de homem", "Opinião de mulher não conta". A Pitty chegou dando risada e quebrando os argumentos machistas e preconceituosos um a um, provando que MERECIA ser levada a sério nesta indústria massacrante que pode ser a indústria fonográfica no Brasil. Tudo isso sem rebaixar ninguém, sem deixar a feminilidade de lado ou sem deixar de ser quem realmente é.

Eu, lá com os meus 11 anos e sem saber um pouco direito a que vim neste mundo (não que hoje em dia eu tenha muita certeza também, mas enfim HAHAHAH), vi na Pitty algo próximo do que eu queria ser quando crescesse: Uma mulher forte, de personalidade, independente e sem um pingo de submissão nas veias, com suas próprias opiniões muito bem firmadas e sem a mínima vontade de ser simpática só pra parecer fofa. Muita roupa preta sim e foda-se se isso não tá na moda. E, lógico, a cereja do bolo. Canções que não são lançadas com a intenção de apenas te entreter, mas também de te educar. De te fazer pensar um pouquinho fora da caixa, ver outros pontos de vista que nunca tinha enxergado antes, de ver a sociedade com outros olhos. A música como base para a sua construção e desconstrução pessoal, do processo sendo ministrado por você mesmo. De ser humano para ser humano, simples e só.

Pra quem pensou que a Pitty seria coisa de momento no Brasil, se enganou feio. Já são décadas de carreira consistente e de personalidade mais consistente ainda. E ela não tem a mínima pretensão de se calar.





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