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Ao TecStudio, Correios fala sobre demissões e privatização

Na segunda-feira (26), publicamos um artigo sobre os atrasos no recebimento de encomendas dos Correios. No artigo, ressaltamos os problemas que a estatal enfrenta diante de uma de suas piores crises.

Em contra partida, o Correios procurou nossa equipe e detalhou algumas informações sobre cada tópico listado no artigo.

O TecStudio abre seu espaço para a resposta do Correios, reafirmando algumas coisas ditas, no entanto, pedindo desculpas por informações avariadas, publicadas por diversos meios de comunicação de forma distorcida, como a demissão de funcionários concursados – o que de fato não aconteceu do jeito que pensávamos, e foi utilizado como base para desenvolvimento do texto.

Fim do e-Sedex

No artigo, argumentamos sobre o fim do e-SEDEX. Segundo o Correios, o fim do serviço “é resultado de uma reorganização do portfólio de serviços dos Correios voltados para o comércio eletrônico. Como parceira do e-commerce brasileiro, a empresa nunca tomaria uma decisão que pudesse prejudicar vendedores e compradores do segmento.”

O e-SEDEX era um serviço com abrangência limitada para postagem e entrega em apenas 250 cidades. Agora as lojas virtuais contam com pacotes de serviços SEDEX, PAC e Logística Reversa para o comércio eletrônico, que chegam a todos os 5.570 municípios do país, e oferecem benefícios que vão desde redutores de preços até a possibilidade de um pós-venda dedicado. O que se pretende é focar não apenas um único serviço dedicado, mas pacotes de serviços específicos para o e-commerce. Portanto, não houve redução da qualidade e eficiência no atendimento e na entrega ao comércio eletrônico.

Questionados sobre à qualidade dos serviços

O TecStudio questionou a qualidade do serviços dos Correios, visto que nossas últimas experiências foram diferentes do que já havíamos acostumado.

Em resposta, o Correios afirmou que; “Assim como todas as empresas no mercado, os Correios traçaram as estratégias de atuação dos serviços por preço ou por prazo, buscando melhor atender às necessidades dos clientes de maneira sustentável. Com a Política Comercial, os Correios definiram novos preços e prazos de acordo com a localidade e o perfil de consumo do cliente. Com relação aos serviços, não procede a informação de “mudanças estruturais e de logística”. Os serviços citados permanecem com as mesmas plataformas operacionais.”

Atrasos e prazos do PAC

Sobre a afirmação de que o PAC se mostra hoje uma opção pouco viável para os consumidores, cabe ressaltar que o serviço mantém os 7 dias úteis de prazo para a maior parte do país, como de São Paulo a Belo Horizonte, diferentemente do informado no artigo. O prazo citado, de 24 dias úteis, aplica-se somente a localidades mais longínquas ou com maior dificuldade de acesso logístico, como de Curitiba a Macapá, por exemplo. Trata-se de excepcionalidades, e não regra. No caso de uma encomenda de até 1kg, como um smartphone, de São Paulo a Belo Horizonte, o valor fica em R$18,30 por PAC e R$29,00 por SEDEX. De Curitiba a Macapá, os valores alternam entre R$37,60 e R$86,90, para PAC e SEDEX, respectivamente.

Demissão de funcionários concursados

Em relação à informação de que houve demissão de funcionários concursados nos Correios, a empresa esclarece que não procede. No início do ano, foi lançado um programa de demissão incentivada (PDI), como uma das medidas que visam o ajuste financeiro da empresa. Vale esclarecer que a adesão ao plano foi voluntária e contemplou apenas empregados aposentados pelo INSS, com idade acima de 55 anos e mais de 15 anos de serviços prestados aos Correios.

Indenização por atraso nas entregas

A respeito das indenizações por Atraso Nas Entregas, pela lei postal, somente o remetente tem esse direito. De qualquer forma, o cliente deve formalizar um pedido de informação por meio dos canais oficiais de atendimento da empresa, que não incluem as agências. No site dos Correios, www.correios.com.br, estão disponíveis os contatos.

O domínio do Correios no Brasil

Em resposta à afirmação de que “o grande problema é que o Correios domina ‘a parada toda’ – isto é, o Correios é o único presente em praticamente todos os municípios brasileiros. Com todo esse império no mercado de fretamento de encomendas no país, o Correios segue como o principal, ou talvez a única opção para várias cidades do interior”, ao contrário do que muitos pensam, ter a obrigatoriedade da universalização postal envolve não apenas bônus, mas também ônus para a empresa. Atender as regiões com menor demanda acaba onerando os cofres da estatal, pois, em alguns casos, os preços não cobrem os custos da operação.

Privatização

Por fim, o Correios esclarece que “a privatização da empresa não está nos planos da atual diretoria. O objetivo do presidente Guilherme Campos é revitalizar os Correios, fazendo com que a estatal continue a prestar serviços da mais alta qualidade e com a excelência que os clientes merecem.”

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