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Os mitos publicitados pela Celpa e os benefícios fiscais da indústria da celulose

Tabela mais detalhada aqui 


"1. Os mitos da Celpa (Associação da Indústria Papeleira)

1. Menos plantações de eucalipto, menor rendimento para os produtores de proprietários florestais;

2. Menos plantações de eucalipto, mais desertificação do interior e das zonas rurais do país;

3. Menos plantações de eucalipto, coloca em causa os cerca de 100 mil empregos da fileira florestal;

4. Menos plantações de eucalipto, impacta negativamente um sector que representa 5% do PIB em Portugal e 10% das exportações do nosso país;

5. Menos plantações de eucalipto, promove importações de madeira, que representam já hoje 200 milhões de euros anuais;


6. Menos plantações de eucalipto, impede o crescimento da espécie florestal que mais contribui para a absorção de CO2 (por área ocupada e por unidade de tempo);


7. Menos plantações de eucalipto, resultam de interesses político-partidários, que dominam e suplantam o conhecimento técnico e científico e ignoram a opinião das entidades mais relevantes, conhecedoras e competentes na área florestal;

8. Menos plantações de eucalipto, defraudam justas expectativas, prejudicam milhares de proprietários e empregos e desencorajam investimentos futuros.
Está tudo na notícia aqui
A realidade surgirá proximamente..."

(análise da Acréscimo - Associação de Promoção ao Investimento Florestal)

2. Indústria do papel representa mais de metade dos investimentos com benefícios fiscais

Lisboa, 27 nov  de 2014 (Lusa) - A indústria do papel representa mais de metade dos investimentos que vão receber benefícios fiscais no âmbito dos contratos aprovados pelo Governo há duas semanas, num total de 151 milhões de euros, segundo o Diário da República.
Os três projetos ligados à indústria papeleira ascendem a um total de 80 milhões de euros, sendo responsáveis pela criação de um quarto dos postos de trabalho que se estima serem gerados com estes investimentos (207 no total).
O maior investimento pertence à Caima - Indústria de Celulose, com 35,1 milhões de euros destinados à conversão da fábrica para a produção de pasta solúvel, prevendo-se a criação de dez novos empregos, seguindo-se a Celbi (Celulose Beira Industrial) com 30,2 milhões de euros para reforço da capacidade de produção (cinco empregos).


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