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BALANÇO GERAL

MARCOS PARET




O que o Botafogo e o Brasil sempre tiveram em comum.

DO CLUBE

O que duas vitórias não fazem!

Pois é, mesmo atuando sem o ótimo Joel Carli (ou seja, entrando para jogar com o temerário Renan Fonseca), o Fogão conseguiu duas belas vitórias em sequência, encontra-se agora na 13ª posição, um ponto à frente do 14º mas, mais importante, um atrás do S. Paulo, o 12º e a 4 pontos do Atlético Paranaense, nosso próximo adversário só que um dado importante nos é favorável – TEMOS UM JOGO A MENOS DO QUE ESTES CONCORRENTES. O G-10 é logo ali e não que isto signifique grande coisa no campeonato, significa sim a bandeira da 'missão cumprida' de um elenco para o qual todos apostavam novo rebaixamento.

E este período olímpico foi mesmo muito motivador no clube. Tivemos a exclusão do Maurício Assumpção do quadro de sócios e a saída do Ricardo Gomes, a chegada do Jair Filho com as suas citadas duas vitórias, este bom Sassá se firmando como o homem gol que era na base e um Airton cada vez mais atuante e eficiente.

E sabem aquela turminha do sub-20, que levou a taça no carioca vencendo o adversário mais midiático na finalíssima? Pois é, eles continuam no alto e hoje, decidem vaga na final do brasileirão sub-20 contra o Coritiba. Com um ataque fenomenal que já contabilizou 110 gols nesta temporada, é de se esperar um resultado animador.

No mais, a comemorar também os 8 milhões de reais nos cofres do clube pela venda do Ribamar, a grande possibilidade de conseguir uma boa vitória sobre o Cruzeiro pelo primeiro jogo da CB aqui no nosso caldeirão e, acredito, um segundo semestre bem diferente daquele que passou.


DO BRASIL


BALANÇO

Vôlei feminino – foi vítima do seu favoritismo.
Vôlei masculino – se beneficiou das suas fraquezas: explico.

As meninas não tinham adversárias, ao vencer as inconstantes chinesas no primeiro set com facilidade, decerto, dormiram na fama e tomaram a virada. Acordamos então um monstro.

Já no masculino, o sinal de alerta foi acesso já lá desde a decisão da liga, quando fomos surpreendidos por uma seleção que sequer havia conseguido se classificar para as Olimpíadas. Sim, o time não veio (acho que era a Croácia) e assim, após os nossos maus jogos contra americanos e italianos, o time focou mais, venceu equipes menos qualificadas e ao reencontrar a Itália na final, já era outro time.

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Vela – é aquilo mesmo. Podíamos até sair sem o ouro já que ali quem manda é a natureza (o vento), mas esta turma que está aí faz tempo faz trabalho sério, de primeiríssimo mundo.

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Boxe – palmas, palmas e mais palmas para o baiano Robson. Sem palavras para descrever o seu feito, mormente a vitória contra o cubano, sabidamente, uma fera deste esporte.
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Canoagem – mais dois baianos que, se não deixarem o sucesso subir à cabeça, principalmente o Izaquias, têm tudo para nos deixar como líderes neste esporte por mais alguns anos.
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Futebol – como dizia o pessoal da transmissão na TV, a geladeira saiu das costas. Era para termos vencido com mais facilidade mas não é fácil carregar uma responsabilidade de mais de 100 anos. O Botafogo/89 que o diga, um timaço mas que ganhou ali, no detalhe, no fio da navalha. Depois, só não venceu o brasileiro no segundo semestre daquele ano por causa da venda do Maurício, ganhou o bi em 90 e aí, mesmo com os sobressaltos de 92, passou uma década vencendo com razoável competência.
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Handebol – acho que as meninas estão na entressafra. Senti isso mesmo em jogos anteriores à derrota que as eliminou. Já quanto aos homens, conseguiram um bom resultado e se vierem mais bons jogadores, devem subir muito.
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Judô – a grande decepção dos jogos, honrando-se a exceção da Rafaela.
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Nos demais esportes, decepções aqui e surpresas ali, tivemos até a esfuziante medalha de ouro do Thiago Braz, aquele tipo de surpresa que toma de assalto a todo o público olímpico, seja de que parte do planeta for e não somente os torcedores do país. Palmas para o garoto mas em algumas outras modalidades, o trabalho tem que ser reforçado (o psicológico, o técnico, seja lá o que for). Da ginástica, acho que podemos esperar um bom futuro mas agora é que vem a parte que nos é bem cara, bem particular e que nos dá orgulho sempre – O POLO AQUÁTICO MASCULINO.
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Aqui, uma singela amostra do que sempre fizemos pelo esporte brasileiro, mas que eles têm sempre uma imensa dificuldade para reconhecer.

O time alvinegro do polo aquático – a nova selefogo.


Segundo matéria do site ‘torcedores.com’, 8 atletas do botafogo e mais o técnico do nosso polo aquático representaram o país nestas olimpíadas e o resultado foi, sem nenhuma exagero, bem significativo – o quinto lugar. Pois é meus amigos, aí está de novo o Botafogo, como lá nas Copas do Mundo de futebol da década de 30, mais uma vez assumindo o pioneirismo em um esporte, levando o nome do país “nas costas” e, claro, sem nenhum reconhecimento da mídia – NEM UMA PALAVRA FOI DITA NESTES DIAS DE COMPETIÇÃO acerca “das cores” alvinegras do selecionado. Eles nunca vão nos engolir.

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