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Surdez: possíveis causas e tratamentos

 Sempre consulte seu médico.

A surdez é sintoma que ocorre em todas as faixas etárias. As causas determinantes são variadas e podem estar localizadas em qualquer segmento do sistema auditivo. quando a lesão se situa nas estruturas neurossensoriais promove déficit, comumente, irreversíveis e altamente incapacitante. Por este motivo as queixas auditivas e sempre devem ser valorizadas e investigadas exaustivamente. identificação da topografia e à determinação precoce da etiologia vírgula possibilitam a construção de estratégias terapêuticas eficazes para neutralizar os efeitos devastadores da surdez. a seguir serão lembradas as causas mais corriqueiras do sintoma da surdez.
rolha de cerume
O cerume que obstrui o meato acústico externo produz queixa de Perda Auditiva. De agnóstico é estabelecido por meio de otoscopia. A remoção da rolha mediante a lavagem, aspiração ou instrumentação do meato promove o alívio sintomático imediato.

Eczema do meato

A dermatite do meato acústico externo produção conjunto sintomático que além de perda auditiva pode incluir otorréia, prurido, otalgia e descamação de tecido.Na limpeza do meato por intermédio de aspiração e à utilização de gotas tópicas de corticosteroide é o tratamento adequado. Quando a infecção estiver presente deve se prescrever gotas que associa antibiótico corticoide.
otite externa micótica
A infecção do meato acústico externo por fungos promovedor, prurido e perda de audição. Otoscopia revela o tampão, com aspecto de bolor de pão, formado pelas colônias de fungos. A limpeza do meato eu uso de gotas tópicas com antimicótico é o tratamento indicado. A otite externa micótica pode ser secundária perfuração da membrana timpânica. Amigdalite constante do meato acústico externo favorece o crescimento das colônias. Nestas circunstâncias, o tratamento deve focar na otite média crônica e gotas antifúngicas não devem ser prescritas. A otoxicidade desses medicamentos, que penetra no labirinto através da perfuração da membrana timpânica, pode levar à surdez neurossensorial profunda e definitiva.

Corpos estranhos

Os corpos estranhos podem ser divididos em inanimados e animados. Os insetos são os corpos estranhos animados mais frequentes pontos o tratamento deve privilegiar a morte do inseto, com a utilização de álcool etílico, é logo após deve-se promover sua retirada por meio de lavagem do meato acústico externo. Os corpos estranhos inanimadas são mais vistos em crianças. Devem ser removidos mediante lavagem do meato acústico externo. Quando se tratar de paciente não cooperantes, acentuação é o último para permitir a instrumentação cuidadosa do local.
otite média aguda
Causador, febre, perda auditiva e, eventualmente a supuração. Diagnóstico é feito por meio da otoscopia que mostra hiperemia, abaulamento ou retração da membrana timpânica. O tratamento baseia-se em antibióticos por via sistêmica para combater Germes gram-positivos. Analgésicos e antitérmicos são coadjuvantes importantes pontos os anti-inflamatórios não-hormonais devem ser prescritos.

Otite média crônica

A otite média com efusão, frequente nas crianças, determina surdez de condução, infecções agudas de repetição e retardo na aquisição de linguagem. A otoscopia revela membrana timpânica integrar, retraída o abaulada, ao pacificada e, por vezes, visualizam-se bolhas por transparência. A orientação terapêutica deve privilegiar a identificação e correção das causas. A pesquisa do diagnóstico etiologico inclui alergia, hipertrofia e ou infecção repetitiva da tonsilas faríngea e déficit transitório de anticorpos. Quando o controle das infecções não é obtido com o tratamento das causas identificador ou quando existe agravamento do retardo de aquisição de linguagem é necessário a colocação de tubo de ventilação e aspiração do conteúdo da orelha média para complementar o tratamento. as notícias médias crônicas com membrana perfurada cursam com supuração  continuar ou esporádica. Supuração continuem mal cheirosa denuncia a presença de coleção teratoma, tumor epitelial que devido à sua capacidade de corroer o osso temporal pode levar a complicações extra e intra cranianas graves. A superação esporádica é característica do quadro de otite média crônica supurada não colesteatomatosa. altitude média crônica supurada colesteatomatosa e otite média crônica supurada não colesteatomatosa determinam a surdez de condução ou mista e sempre devem ser tratadas cirurgicamente .

Otosclerose

Consiste na formação de focos de osso espongiotica risco em osteoclastos e focos de osso esclerótico risco em osteoblastos, simultaneamente, em diversos pontos da cápsula óssea. Esta anormalidade determina a alteração estrutural da cápsula Ótica e intoxicação das células sensoriais do labirinto por substâncias produzidas pelos focos metabolicamente ativos. Alteração do arcabouço ósseo leva a fixação da Platina do estribo, que se traduz por perda auditiva condutiva. A intoxicação das células sensoriais promovem a disacusias neurossensorial. A combinação dos mecanismos de lesão determina a perda auditiva mista. A doença é de transmissão genética e sofre grande influência de hormônios femininos, agravando-se na gestação e com uso de pílulas anticoncepcionais. A herança Genética é do tipo dominante com penetração variável. O diagnóstico é estabelecido por meio da história Clínica, audiometria tonal e vocal e tomografia computadorizada de cortes finos 0, 7 milímetros. Adiça cozia condutiva pode ser tratada cirurgicamente está Sedex ou Mia ou estapedotomia ou por protetização da orelha cometida. A perda auditiva neurossensorial progressiva é estabilizada com a utilização de fluoreto de sódio na dose de 30 a 40 miligramas ao dia, por cerca de dois anos ou com o emprego dos BIOS fosfonatos etidronato 400 miligramas por dia por 15 dias, repetindo se o ciclo de tratamento a cada 10 semanas.

Hydrops endolinfática e doença de meniere

a doença determinada por acúmulo de Endolinfa ( hydrops) que ocasiona crises De vertigem, sensação de pressão no ouvido e na cabeça, perda de audição e zumbido os pontos nas fases iniciais ocorre regressão de todos os sintomas durante os períodos entre as crises. Nas fases intermediárias, apesar de diminuírem de intensidade, fora das crises os sintomas são contínuos e promovem inabilidade de grau variado pontos nas fases avançadas não há crise, porém a Vertigem e à surdez são incapacitantes.  o exame de escolha para o diagnóstico de hydrops endolinfática é eletrococleografia.
a etiologia da doença nem sempre pode ser determinada pronto quando a causa foi detectada tratamento etiológico é o melhor caminho. Nos casos idiopáticos, o tratamento é sintomático. A Vertigem incapacitante e à surdez progressiva devem ser tratadas cirurgicamente. As cirurgias podem ser conservadores ou destrutivas em relação à audição. Dentre as conservadoras, destacam-se a descompressão do saco endolinfático e à secção dos nervos vestibulares por via de retrolabiríntica as cirurgias destrutivas quase não são indicadas.
A possibilidade de aplicar medicamento diretamente no labirinto através de perfuração na membrana timpânica, aproveitando-se a permeabilidade da membrana da janela da cóclea, Abril nova vertente terapêutica para o hidropsia endolinfática. O uso de gentamicina 5, 10 ou 15 miligramas  ml tem proporcionado ótimos resultados para o controle da Vertigem capacitante com preservação da audição . emprego do corticóide fosfato de Dexametasona 24 miligramas por ml associada à utilização de pontos de pressão positiva tem possibilitado controle efetivo das crises vertiginosas e estabilização da perda auditiva.

Surdez súbita

Não constitui doença, é apenas a expressão do modo de instalação da perda auditiva neurossensorial. Costuma ocorrer apenas um dos ouvidos, tem intensidade variada, com ou sem zumbidos e ou tonturas.
Pode ser ocasionada por fístula perilinfática, bloqueios vasculares vírgula entre outras ponto A grande maioria dos casos permanece como idiopáticos . osso temporais estudados apontam para alterações psicológicas provocadas por vírus ponto desta forma vírgula excluídas as causas já citadas vírgula a melhor estratégia terapêutica é o emprego de corticoide em doses elevadas Prednisona 1 miligrama quilograma de peso Vírgula por aproximadamente 15 dias e medicamento antiviral Aciclovir 2 gramas ao dia por 10 dias.


Ototoxicose



É a perda total ou parcial da função coclear o vestibular em decorrência do uso de drogas, geralmente, com finalidades terapêuticas, ou por exposição a substâncias tóxicas. Entre as principais drogas ototóxicas, destacam-se as seguintes classes de medicamentos: antibióticos, diuréticos com ação na alça de Henle, analgésicos com ácido acetilsalicílico, antes pirético, anti-inflamatórios não hormonais, agentes antimaláricos quimioterápicos antineoplásicos, agentes heparinizantes, anticonvulsivantes, beta-bloqueadores, barbitúricos e anfetaminas.
Substâncias químicas e toxinas cocaína, álcool, Mercúrio, chumbo, tricloroetileno, chileno, estireno, butilnitrito fórmula tolueno, hexano, dissulfeto carbônico, manganês, estranho, monóxido de carbono, etc.

O quadro clínico é variável pode englobar sintomas que vão desde pequeno desequilíbrio até a perda de audição total e zumbidos intensos. A perda auditiva geralmente inicia-se pelas frequências agudas, porém pode atingir todo espectro avaliado pelo audiometria tonal pontos não existe tratamento específico, a detecção precoce por meio de audiometria de altas frequências e à prevenção, ainda são os melhores caminhos.


Métodos de reabilitação

A surdez promove alto grau de capacitação social e profissional. Além das medidas terapêuticas assinaladas para estabilizar e minorar as perdas auditivas, outras providências devem sempre ser tomadas para readaptar o paciente ao seu dia a dia, evitando o isolamento, a improdutividade e à depressão. 
 Próteses auditivas são importantes auxiliares nessa missão. O som é captado por pequeno receptor, passa por diversos módulos de amplificação e filtros e, depois de preparado, enviar do meato acústico externo por meio de transdutor. As próteses atuais são totalmente digitais, permitindo ajustes precisos resultando em boa qualidade sonora. Devem ser, sempre que possível, adaptadas bilateralmente e colocadas dentro do meato acústico externo. Esta tática confere estereofonia e aproveitar as funções do Pavilhão auditivo de capitação e direcionamento do som.
Os implantes cocleares ficam reservados aos pacientes portadores de surdez profunda e que não tenham sido beneficiado com próteses auditivas. O Som ambiente é captado por receptor e convertido em estímulo elétrico, por meio de diversas estratégias. Após a conversão, o estímulo enviado para unidade interna, implantada dentro da cóclea e através da pele íntegra. Eletrônico entra cocleares estimulam diretamente o nervo coclear, substituindo a função das células ciliadas internas. Atuais têm apresentado rendimento surpreendente, possibilitando que surdos profundos usufruam da vida praticamente normal. 

Fonte: Atualização terapêutica, 21° edição


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