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MAIS INTERNACIONAIS A: OBRA DE RUI VITÓRIA


Cervi e Gedson são os mais recentes internacionais A do plantel do Benfica. É já pelos dedos de duas mãos que se contam os jogadores que o treinador Rui Vitória potenciou e catapultou para a estreia nas seleções principais dos seus países desde 2015.

A soma já vai em nove: aumentou na madrugada deste sábado com a primeira internacionalização de Cervi pela Argentina (entrou na segunda parte do jogo particular disputado frente à Guatemala).
Nélson SemedoGonçalo GuedesRenato SanchesRúben Dias e Gedson (Portugal), Lindelof (Suécia), Ederson (Brasil), Keaton Parks (Estados Unidos), todos eles com passagem pela Formação do Caixa Futebol Campus, e ainda Cervi (Argentina) são os jogadores que Rui Vitória lançou para a estreia e alta-roda das seleções nacionais.
O primeiro de todos a percorrer este caminho foi Nélson Semedo. No dia 9 de agosto de 2015, defendeu o flanco direito das águias logo no jogo inicial da temporada 2015/16 (Supertaça) e em outubro já alinhava pela equipa das Quinas. Fez parte do onze escalado por Fernando Santos para a partida que Portugal venceu na Sérvia (1-2) no dia 11 de outubro, no apuramento para o Europeu 2016.
Gonçalo Guedes é o segundo da lista. Suplente utilizado na partida que assinalou a entrada do Benfica e de Rui Vitória em 2015/16, colecionou desempenhos que levaram o selecionador português a elegê-lo para o desafio de preparação que a equipa das Quinas realizou na Rússia no dia 14 de novembro de 2015.
Outro jogador Made in Benfica, Renato Sanches debutou nos encarnados no dia 30 de outubro de 2015, na época do Tricampeonato, e em 25 de março de 2016 somava os primeiros minutos por Portugal num amigável com a Bulgária, em Leiria.
Renato Sanches

Criação de internacionais A

JOGADOR1.º JOGO COM RUI VITÓRIAESTREIA NA SELEÇÃO
Nélson Semedo09.08.201511.10.2015
Gonçalo Guedes09.08.201514.11.2015
Renato Sanches30.10.201525.03.2016
Lindelof29.12.201524.03.2016
Ederson29.12.201511.10.2017
Rúben Dias16.09.201728.05.2018
Keaton Parks18.11.201729.05.2018
Gedson07.08.201806.09.2018
Cervi07.08.201608.09.2018
Depois de três portugueses, um sueco a voar para a principal seleção do seu país. Lindelof teve a possibilidade de fazer o seu primeiro jogo oficial sob o comando de Rui Vitória em 29 de dezembro de 2015 e no dia 24 de março já era internacional A, indo ainda a tempo de garantir uma vaga nos 23 eleitos para o Europeu 2016, em França, tal como sucedeu com Renato Sanches na Seleção lusitana.
Também Ederson pôde averbar nessa noite de 29 de dezembro de 2015 a primeira presença na equipa principal do Benfica. De forma progressiva, aproveitando as oportunidades o guarda-redes tomou conta da baliza, sobressaiu no sucesso coletivo e abriu as portas da seleção do Brasil. Em maio de 2016 foi convocado para representar o escrete na Copa América e só uma lesão lhe adiou a primeira internacionalização A (para 11 de outubro de 2017).
Rúben Dias
O sexto da listagem definida pela ordem cronológica dos acontecimentos é Rúben Dias. Rui Vitória colocou-o pela primeira vez num onze oficial aquando da visita do Benfica ao Boavista em 16 de setembro de 2017. Passo a passo, o defesa-central afirmou-se e no final da época teve como "recompensa" a convocação para servir Portugal no Mundial da Rússia. Antes do certame, no dia 28 de maio de 2018, acrescentou ao currículo a primeira internacionalização A num encontro de preparação com a Tunísia, em Braga.
Também em maio, Keaton Parks vestiu a camisola da maior equipa nacional dos Estados Unidos. Meio ano antes, na noite de 18 de novembro de 2017 estreara-se de águia ao peito no Estádio da Luz.
Gedson foi o mais recente jogador da Formação do Benfica a viajar do Seixal até à Seleção A portuguesa. Na noite de 6 de setembro (quinta-feira), o médio-centro pisou o relvado do Estádio Algarve aos 89' (substituiu André Silva) e interveio nos derradeiros lances do desafio de preparação com a Croácia, vice-campeã mundial em título.
Na madrugada deste sábado (o jogo começou às 4h00 portuguesas), Cervi, o nono desta lista, tornou-se internacional A argentino. Suplente utilizado no primeiro de dois particulares agendados pela alviceleste para este período, ambos nos Estados Unidos, o esquerdino utilizou a camisola número 24. Rendeu Exequiel Palacios aos 66' e fez 18 passes certos (78% de precisão). É apontado à titularidade no desafio com a Colômbia, marcado para o início da madrugada de quarta-feira (1h00).
Jonas

Jonas reentrou na seleção do Brasil, três anos e meio depois

Além de valorizar e guiar jogadores até às seleções principais, Rui Vitória também tem conseguido relançar alguns valores e fazê-los reentrar no radar ou mesmo nas convocatórias dos selecionadores. Neste contexto, Jonas (Brasil) é um exemplo paradigmático, mas importará ainda reter os casos de Pizzi (Portugal) e Zivkovic (Sérvia).
Destacando-se pela elevada quantidade de golos marcados, alcançando um número que já o elevou a segundo melhor goleador estrangeiro da história do Benfica, Jonas aproveitou da melhor maneira o futebol de ataque produzido pela equipa e, com factos, reconquistou a atenção dos brasileiros.
Fez o primeiro jogo oficial sob a liderança de Rui Vitória em 9 de agosto de 2015 e, justificando a chamada com as boas atuações acumuladas de águia ao peito, voltou a representar o escrete em 30 de março de 2016, numa partida com o Paraguai referente à qualificação para o Mundial 2018. Naquela data pôs termo a quase três anos e meio de ausência na seleção do Brasil.
Ainda com Dunga à frente da canarinha, o Pistolas fez parte dos escolhidos para um encontro de preparação frente ao Panamá (30 de maio de 2016) e também disputou a Copa América Centenário (junho de 2016).
Tite substituiu Dunga no cargo de selecionador do Brasil, mas Jonas foi um dos nomes que continuaram a ser avaliados e ponderados para eventuais convocações. O camisola 10 do Benfica integrou o lote de jogadores de onde Tite, conforme o próprio assumiu publicamente, foi subtraindo até definir os 23 que, em junho e julho deste ano, representaram o país no Campeonato do Mundo.
Pizzi

Pizzi e Zivkovic voltaram às contas de Portugal e Sérvia

Pizzi é outro dos beneficiários do rendimento atingido na equipa de Rui Vitória. Regressou à Seleção Nacional em março de 2017, disputou a Taça das Confederações (junho e julho de 2017) e, depois de um período de ausência na época 2017/18, está de volta à equipa das Quinas. O médio-ofensivo fez parte do onze que na quinta-feira principiou o desafio particular com a Croácia e fez uma assistência: foi o seu pé direito que cruzou a bola para o cabeceamento de Pepe aos 32' (1-1).
Quem também tornou a ser um elemento assíduo na seleção principal do seu país foi o sérvio Zivkovic. O esquerdino do Benfica reapareceu na equipa nacional A em novembro de 2017 e, como resultado do que produziu e da valorização que teve de águia ao peito sob a orientação de Rui Vitória, fez parte da armada da Sérvia que abordou o Mundial na Rússia. Figura entre os nomes selecionados para os compromissos do elenco comandado por Mladen Krstajic nesta paragem dos campeonatos.


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