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Dourado, o brocador versão 2018 – Coluna do Flamengo

Confesso que nunca fui fã do futebol de Henrique Dourado. Até a última temporada pelo fluminense, encarava o jogador como mais um desses atacantes que fazem um gol ali, outro acolá, mas que nunca se firma como jogador de ponta no cenário nacional. Daqueles que rodam por times pequenos e vez ou outra conseguem oportunidade em time grande, mas não deslancham.

Depois do ano passado, realmente chamou a atenção o faro de gol do atacante, nada anormal, mas em meio a um futebol burocrático e que os fundamentos não são trabalhados, o atacante finaliza bem e principalmente é objetivo, daqueles que recebe e chuta, geralmente com bom aproveitamento.

Quando o Flamengo anunciou a contratação e pelos valores envolvidos, continuei meio receoso sobre a capacidade do atacante, se poderia se tornar o dono da camisa 9 mais pesada do futebol brasileiro, se conseguiria repetir o bom ano de 2017, algo inédito em sua carreira.

Resolvi então analisar mais profundamente o jogador, não apenas por números, mas por jogos, movimentação e estilo de jogo, e eis que não foi difícil de recordar um certo atacante que andou fazendo sucesso pelos lados da Gávea: Hernane Brocador.

Dourado, assim como o Brocador, é um atacante que não é um primor de técnica, mas é definidor nato. Daqueles que com um toque na bola define a partida, daqueles que o zagueiro adversário sabe que longe da área vai fazer pouca coisa, mas dentro dela é um perigo. Daqueles que às vezes não dominam um lançamento, mas em um lance fortuito conseguem pegar um chute de primeira e guardar na gaveta.

O Ceifador, em seu primeiro jogo resgatou na memória dos rubro-negros a imagem do camisa 9 goleador, e deu esperanças de se tornar um dos principais nomes do time rubro-negro na temporada. Carpegiani armou um esquema que o privilegia, 4 jogadores de meio-campo que procuram incessantemente o atacante na área, com muito mais qualidade que o meio-campo de 2013 que consagrou o brocador.

Quando se olham as semelhanças, ambos chegaram ao Flamengo sob desconfiança da torcida, vindo de times menores, sem qualidade técnica aflorada, mas faro de gol aguçado, o brocador aos 26 anos e o Ceifador aos 28 anos, ambos marcaram na estreia…

Hoje, se tivesse que apostar no sucesso ou insucesso do ceifador, apostaria de olhos fechados no sucesso do atacante com a camisa rubro-negra, e digo mais, Carpegiani terá que pensar em como colocar Guerrero para jogar ao lado do atacante, já que quando o peruano voltar, o atacante vai estar voando com a camisa rubro-negra.

O futebol é dinâmico e a gente não é vidente para prever o futuro, mas dessa vez acredito que Dourado no Flamengo reserva grandes alegrias para a torcida rubro-negra. Vale a aposta.

O Ceifador é a versão 2018 do brocador. Podem esperar gols, e se Deus quiser, junto com os grandes títulos.

SRN!

Jerônimo Simeão Júnior

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A coluna acima é de responsabilidade de seu autor e não reflete necessariamente a mentalidade do Coluna do Flamengo.

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