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Veja como os times se prepararam para o Carioca, que começa nesta terça-feira

Atual campeão estadual, o Flamengo vê na competição deste ano uma espécie de peneira para os jovens formados no Clube. Pelo menos em um primeiro momento. Como liberou os jogadores no dia 13 de dezembro — em função da final da Copa Sul-Americana — e a estreia no Carioca será já amanhã, contra o Volta Redonda, o rubro-negro não terá seus principais jogadores em campo.

Nos primeiros jogos, o torcedor rubro-negro verá um time jovem em ação. O clube optou por antecipar a pré-temporada de alguns jogadores da base para 4 de janeiro e subiu jovens que disputavam a Copa São Paulo de Juniores para compor os treinos na semana seguinte, já sob o comando do técnico, Paulo César Carpegiani, que substituiu Rueda, agora à frente da seleção do Chile.

Alguns que vieram de empréstimos serão aproveitados, como os volantes Jonas e Ronaldo e o meia Jajá. Dentre os jovens da base, estão o goleiro Gabriel Batista, o lateral-direito Kleber, o zagueiro Thuler e o meia Jean Lucas. E os que deixaram a Copinha são o goleiro Hugo Souza, o zagueiro Patrick, o lateral-esquerdo Michael, os meias Lucas Silva e João Pedro, e o Atacante Wendel. No domingo, houve jogo-treino com o Resende para avaliar a garotada que será a base do time da estreia no Carioca.

Na sequência do campeonato, as estrelas vão pedir passagem. Depois de liberar jogadores que não figuram nos planos, como Márcio Araújo, Gabriel, Mancuello, Alex Muralha e Rafael Vaz, além de outros que voltavam de empréstimo, a diretoria conseguiu o primeiro reforço do ano: o atacante colombiano Marlos Moreno veio por empréstimo por um ano, liberado pelo Manchester City.

RISCO DE PRESSÃO

A expectativa é que outros reforços se juntem ao elenco. Nos momentos decisivos do Carioca, o Flamengo terá força máxima, incluindo o peruano Paolo Guerrero, que terá o recurso de doping julgado em fevereiro. Além do atacante, o goleiro Diego Alves, que se recupera de fratura na clavícula e ainda não tem prazo para jogar, e o atacante Berrío, que teve problema grave no tornozelo, são outros problemas extracampos.

Em bora não seja uma prioridade hoje no Flamengo — os principais focos são a Libertadores e o Brasileiro —, o Carioca pode ter sua relevância. Uma campanha ruim aumentará a pressão sobre um time que terminou a última temporada devendo boas exibições e sem títulos de expressão.

Além disso, o Estadual pode ser significativo para um jogador rubro-negro: Vinícius Júnior, que deve se apresentar ao Real Madrid no meio do ano, após completar 18 anos. Se o Flamengo for campeão, será seu primeiro título profissional pelo clube.

Gonzaguinha disse uma vez que acreditava “na rapaziada que segue em frente e segura o rojão.” Quem está no Vasco hoje e tentará o terceiro título estadual para o clube em quatro anos é desse tipo de gente em que o compositor botava fé. Em meio às crises política e financeira do clube, o ano da equipe já ganhou ares de superação pouco depois de começar.

O desafio maior nem é entrar em campo sem si. Após encerrar bem o Campeonato Brasileiro, com a conquista da vaga para a fase preliminar da Libertadores deste ano, a grande interrogação que cerca São Januário é saber se a equipe do técnico Zé Ricardo conseguirá manter a pegada dos últimos meses do ano passado, mesmo com as saídas de Madson, Anderson Martins e Mateus Vital. Um clima de incerteza cerca o clube diante do embate entre situação e oposição pelo poder.

Há outro componente que se coloca entre o Vasco e a competição: a participação na Libertadores. A prioridade é a conquista de vaga na fase de grupos — a última vez do clube na competição foi em 2012. É de se esperar que, enquanto estiver disputando as fases classificatórias da Libertadores, os jogos do Estadual sejam deixados em segundo plano, com direito à escalação de reservas.

Mas, quando jogar com os titulares, todo mundo vai querer ver como será o desempenho dessa rapaziada que aguenta os salários atrasados desde o segundo semestre do ano passado, e disputas sem fim entre Eurico Miranda e Julio Brant.

Destaque da seleção brasileira no Mundial Sub-17, o atacante Paulinho, por exemplo, disputará seu primeiro Campeonato Carioca como profissional. Se, com 17 anos, deu conta do nível da Série A, tudo indica que será um dos destaques nos gramados do Rio.

RIASCOS, NOVO REFORÇO

Ao lado dele, o veterano Nenê, de 36 anos, começará sua terceira temporada com a camisa do Vasco. Mesmo entre tapas e beijos com o clube, terminou o ano passado em alta, de bem com a torcida e como referência do time em campo. Em seu último ano de contrato com o clube, poderá se firmar de vez no coração dos vascaínos, algo que o atacante Riascos, graças ao carisma e aos gols sobre o Flamengo, já conseguiu. Até agora o colombiano foi a maior contratação ofensiva do time para esta temporada.

Fora o desempenho desses jogadores, o que o Vasco terá de mais relevante no Estadual é a chance de ganhar ritmo e entrosamento para os desafios maiores da Libertadores. Avançar na competição sul-americana não será fácil, mas como diria Gonzaguinha, o clube vai à luta.

O ano de 2017 do Botafogo foi intenso. Durante boa parte dele, empolgante, mas terminou em decepção sem a classificação para a Libertadores e com as saídas do melhor jogador da temporada, Bruno Silva, e do treinador Jair Ventura. Tudo isso poderia indicar que o alvinegro passaria o elenco a limpo, mas não foi o que aconteceu. Com a manutenção da base, aliada a contratações pontuais e jogadores promovidos, o Botafogo, que estreia hoje, às 21h30m, contra a Portuguesa, espera cicatrizar as feridas abertas deixadas no fim do ano passado.

Para a vaga de Jair, o alvinegro promoveu Felipe Conceição, de 38 anos, ex-jogador do clube. Em seus primeiros momentos no cargo, ele demonstrou que não promoverá uma ruptura no que a torcida se acostumou a ver nos últimos anos. Para quem gosta de futebol ofensivo, ele indica o meio-campo com três jogadores de origem defensiva está com os dias contados.

— Vou respeitar esse processo de evolução do clube, que o Ricardo (Gomes) e o Jair fizeram parte. Dentro de algumas características que eu gosto, vejo importantes para uma equipe de alto nível ter a busca pelo equilíbrio e pela performance máxima, intensidade alta de jogo e equilíbrio ofensivo e defensivo — afirmou em sua chegada.

Outra mudança no clube aconteceu na direção, também sem ruptura. Após a eleição no fim do ano passado, o antigo vice-presidente Nelson Mufarrej assumiu a presidência. Já Carlos Eduardo Pereira fez o caminho contrário. Na vice-presidência de futebol, saiu Cacá Azevedo e entrou Gustavo Noronha. Talvez a maior mudança seja na direção do futebol, este sim um cargo remunerado, em que Antônio Lopes deu lugar a Anderson Barros, que trabalhou no clube de 2009 a 2012.

APOSTA EM LUIZ FERNANDO

Foi Anderson quem comandou as contratações. A principal aposta é em Luiz Fernando, de 21 anos, meia de características ofensivas que marcou nove gols no Brasileiro passado pelo Atlético Goianiense. Num movimento que assemelha-se à aquisição de João Paulo na temporada passada, o Botafogo pagou R$ 2,5 milhões por 50% dos direitos econômicos e ainda cedeu parte dos direitos de Fernandes e Vinícius Tanque, pratas da casa.

Chegaram também o meia Renatinho, do Paraná, e os atacantes Leandro Carvalho, ex-Paysandu, e Rony, ex-Albirex Niigata, do Japão, em uma negociação que pode não ser confirmada. Além de Bruno Silva, saíram o atacante Roger, o lateral-esquerdo Victor Luís, o atacante Guilherme, o volante Aírton e os zagueiros Emerson Silva e Emerson Santos.

Com que time eu vou? A pergunta, que resume bem o começo de temporada do Fluminense, até poderia render um samba. Mas a realidade tricolor, de tão dramática, mais se assemelha a um tango. Após encerrar sua participação no último Brasileiro, o clube passou por um desmanche. E, até o momento, não repôs todas as saídas. Devido à grave crise financeira que atravessa, a tendência, aliás, é que não o faça. Com isso, o Campeonato Estadual servirá como laboratório para o técnico Abel Braga descobrir uma nova formação para levar aos campos.

Do elenco que disputou a última temporada, 17 jogadores deixaram as Laranjeiras. Os motivos para as saídas foram os mais diversos: fim de contrato, empréstimos, venda e até rescisão obtida na Justiça Trabalhista. Deste total, oito encerraram 2017 (ou jogaram boa parte do ano) como titulares. São os casos do goleiro Diego Cavalieri, o lateral-direito Lucas, o lateral-esquerdo Leo, o zagueiro Henrique, os volantes Orejuela e Wendell, o meia Gustavo Scarpa e o atacante Wellington Silva. O desmanche ainda pode aumentar, já que o Corinthians negocia com o clube para ter Henrique Dourado.

Até agora, apenas dois reforços foram anunciados: o lateral-direito Gilberto (ex-Vasco), que já chega para ser titular, e o volante Jadson (ex-Ponte preta), que brigará por posição. A diretoria ainda pretende contratar, até o início do Brasileiro, um goleiro, um zagueiro, um volante, um meia e, se Dourado sair, um atacante. Destes, o mais próximo de ser confirmado é o volante Airton, ex-Botafogo, que já realizou exames médicos.

MUDANÇA DE ESQUEMA

Com a necessidade de montar um time praticamente do zero, Abel Braga dá sinais de que também mexerá no esquema tático. Sai o 4-3-3, que fez do Fluminense um das equipes mais elogiadas do Brasil nos quatro primeiros meses de 2017, e entra o 3-5-2. Aos que reclamam da utilização de três zagueiros (Gum, Renato Chaves e Reginaldo), o treinador explica que se trata da solução encontrada diante da falta de opções e da urgência em dar fim à fragilidade da defesa, talvez o maior ponto fraco do tricolor na última temporada — foi a segunda mais vazada do ano (97 gols) e terceira do Brasileiro (53 gols).

Se o desempenho do ataque é uma incógnita por conta da provável saída de Dourado, as melhores esperanças estão no meio, com Sornoza e Douglas. Do primeiro, em sua segunda temporada, é esperado que, enfim, possa deslanchar. Já o segundo, livre da artrite reativa que comprometeu seu ano de 2017, é a grande aposta da temporada. A bola está com ele.

Jogador que mais vez vestiu a camisa do Nova Iguaçu (167), o goleiro Jefferson está de volta ao clube, após ser campeão boliviano pelo Bolivar.

— Não temos pressa para tornar o Nova Iguaçu grande, mas cada passo que temos dado é um passo firme — disse o goleiro, de 29 anos, há sete no clube da Baixada.

Jefferson faz parte da base do time que fez a melhor campanha entre os clubes de menor investimento em 2017 (quinto lugar e campeão dos dois torneios extras) e que foi mantida para este ano.

Ao todo, o Nova Iguaçu contratou 13 jogadores para a disputa do Carioca. Só para o ataque, o técnico Edson Souza, em sua terceira temporada no time, terá opções como Jonathan, revelado pelo Vasco e que disputou a Série C do Brasileiro pelo Tombense-MG, Adriano, vice-artilheiro do Carioca do ano passado, Vinicius Paquetá, ex-Moto Club, Luam, ex-Barcelona-RJ, e Bruno Smith, ex-Água Santa, além dos pratas da casa Jean, Wescley, Dieguinho e Robinho.

Aos 32 anos, revelado no Flamengo e com passagem por muitos clubes — incluindo o Belenenses e o Estrela Vermelha, de Belgrado —, o atacante Vinícius Pacheco é um dos reforços do técnico Felipe Surian, do Volta Redonda. O jogador, que no ano passado atuou no Fortaleza, exibe uma confiança incomum, ao projetar as chances do time no Carioca:

— O Voltaço vem fazendo grandes campanhas e, com isso, vem se consolidando como a quinta força do Rio de Janeiro. Tenho certeza de que entraremos com totais condições de fazer um grande Estadual, surpreender e, quem sabe, buscar o título.

Além de Pacheco, o clube trouxe oito reforços: os laterais Luiz Paulo (Botafogo-PB) e Ronaldo (Tigres), os zagueiros Bruno Costa (Botafogo-SP) e Alan Fialho (Flu), o meia Rafael Granja (Fluminense-BA), e os atacantes Fabinho Alves (Criciúma) e André Duarte (Águia Negra-MS).

— A diretoria trabalhou bem na montagem do elenco e estamos trabalhando muito forte na pré-temporada — diz Pacheco.

O atacante Sidney é uma das pratas da casa do Bangu para o Carioca. Aos 22 anos, após um período de empréstimo ao Francana-SP, o atacante não vê a hora de a bola rolar.

— Quando as coisas começam certas, há a probabilidade muito grande de dar certo ao final. Começamos muito bem a pré-temporada — garante o jovem atacante.

Para o Carioca, o time do técnico Alfredo Sampaio também trouxe os goleiros Célio Gabriel, Bruno Miranda e Adilson Santos, o zagueiros Michel Pereira e Dalton, os laterais-direitos Valdir e Waguinho, o volante Rogério Xodó, os meias Marcos Júnior, Rodney e Eberson, além dos atacantes Everton Sena, Anderson Lessa e Nilson.

— Traçamos alguns objetivos, e a vaga à Série D do Campeonato Brasileiro é o principal deles. Vamos trabalhar também para disputar uma semifinal de turno e até mesmo uma final. Já consegui isso no Madureira e no Boavista, e vejo a possibilidade de repetir aqui no Bangu — afirma Sampaio.

Apesar da derrota para o América por 2 a 1, na última rodada, a Cabofriense chega ao Carioca após fazer a melhor campanha na seletiva. A equipe terminou com 10 pontos, empatado com Macaé e Goytacaz, mas levou a melhor no saldo de gols.

— No ano passado, por conta de um gol, nós não nos classificamos, mas desta vez botamos um grupo forte. Todos queríamos subir e jogar a primeira divisão — festejou o meia Kaká Mendes, de 24 anos, que, em 2017, jogou no Sampaio Correia.

A principal novidade do time da Região dos Lagos é o atacante Cláudio Pitbull, de 36 anos, que estreou justamente na derrota para o América. O veterano tem passagens por clubes como Porto, Santos e Grêmio.

Outro nome bastante conhecido da torcida carioca é o zagueiro Leandro Euzébio. Bicampeão brasileiro pelo Fluminense, ele tem a mesma idade de Pitbull e é outro trunfo do técnico Antônio Carlos Roy. Euzébio, aliás, está em casa em Cabo Frio, já que nasceu na cidade.

Definitivamente, não vai faltar experiência ao Madureira neste Carioca. Uma das novidades está na comissão técnica: Acácio será um dos auxiliares de Paulo César Gusmão. Dois ex-goleiros a serviço do tricolor suburbano.

— Já trabalhei muito tempo com o PC. Minha satisfação é imensa e dupla, aqui estou em casa, já que encerrei minha carreira no Madureira — contou Acácio, que fez história no Vasco e teve passagem pela seleção, como goleiro.

No elenco, nomes bastante conhecidos do público carioca, como o atacante Souza Caveirão e Léo Lima. O Madureira também trouxe reforços como o volante Ryan, ex-União de Leiria (Portugal), o lateral-direito Henrique, ex-Volta Redonda, o lateral-esquerdo Renan, ex-Taboão da Serra, o zagueiro Danrlei, ex-ABC, e o goleiro Douglas, que estava na Portuguesa-SP, onde trabalhou com PC.

— Eu vejo um grupo muito motivado. Minha perspectiva é de que o Madureira possa ir longe — finalizou Acácio.

Graças à dramática vitória sobre o Resende, fora de casa, por 1 a 0, sábado, o Macaé garantiu o segundo lugar na seletiva e, consequentemente, a vaga na elite do Campeonato Carioca.

— Essa conquista renova nossas forças. Tivemos duas vitórias e um bom começo, mas depois tropeçamos. Porém, sabíamos que só dependia de nós — festejou o zagueiro Admilton, de 28 anos, que, em 2017, estava no Tigres do Brasil.

Ex-jogador de clubes como Bangu, Volta Redonda e Macaé e com uma rápida passagem pelo Vasco, em 2012, o atacante Pipico, de 32 anos, é a principal esperança de gols do técnico Josué Teixeira. Dois deles foram marcados na seletiva e se tornaram fundamentais para a equipe garantir a vaga. Esta é a quinta vez que Pipico veste a camisa do clube.

O lateral-direito Marcelo, de 28 anos, que estava na Tombense-MG, e o goleiro Andrey, de 34 anos, ex-Brasiliense e revelado pelo Grêmio, são outros dois titulares do Macaé.

Revelado pelo Vasco e com passagens por clubes como Fluminense e Internacional, o volante Ygor, de 33 anos, é uma das 22 novidades da Portuguesa para o Carioca. O técnico João Carlos Ângelo também conta com nomes como o volante Lucas Zen, que já atuou no Botafogo, o atacante Alexandro, ex-Oeste-SP, e o meia Maicon Assis, vindo da Portuguesa-SP.

— Acreditei no projeto deste clube grandioso e quero ajudar muito com gols no Campeonato Carioca — destacou Alexandro, de 31 anos, que já atuou no Resende, Ponte Preta, Paysandu e nos Emirados Árabes.

O técnico João Carlos Ângelo destaca que o grupo está se preparando desde 2 de novembro e que os últimos reforços chegaram no mês seguinte. Como preparação, a equipe venceu a Copa Rubro-Verde, contra a Portuguesa-SP, no Canindé:

— Tudo foi bastante satisfatório, e estamos esperançosos em fazer um bom trabalho durante o Campeonato Carioca — contou o comandante.

Com 17 jogadores que já passaram pelos quatro grandes do Rio, o Boavista chega sonhando alto ao Carioca. E a preparação do time do técnico Eduardo Allax começou com uma pré-temporada nos Emirados Árabes.

— Estou muito feliz por ter feito o primeiro gol internacional da história do Boavista. Foi uma experiência única treinar no CT da seleção dos Emirados Árabes — comemorou o atacante Caio Cézar, de 22 anos, autor do primeiro gol nos 3 a 0 em amistoso contra o Dibba Al Fujairah.

Entre as caras mais conhecidas estão o lateral-esquerdo Júlio César, de 35 anos, que passou pelos quatro grandes do Rio, o meia Fellype Gabriel, de 32 anos, ex-Flamengo, Botafogo e Vasco, e o atacante Erick Flores, de 28 anos, revelado nas divisões de base do rubro-negro.

Após iniciar sua trajetória no CFZ e passar sem sucesso por Flamengo, Madureira e Gama, entre outros, o meia Thiago Coimbra, de 35 anos, filho de Zico, tenta recomeçar a carreira na equipe de Bacaxá.

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