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O meu primeiro vibrador

Conversando com uma amiga sobre filhos e os problemas que eles nos proporcionam quando estão na entrada da adolescência, ouvi um assunto paralelo um tanto quanto inusitado: duas garotas estavam sentadas próximas a gente e, entre várias risadas, apontavam o dedo para alguma loja e caiam na gargalhada. Uma falava que era pra outra criar coragem e ir, que já estava na hora de conhecer aquele tipo de estabelecimento e tal. Tentando dar atenção a minha conversa, virei a cabeça discretamente e notei que as meninas, na verdade, estavam criando coragem para entrar em um Sex Shop e automaticamente lembrei o quanto foi embaraçoso aquela situação pra mim, quando eu tinha justamente aquela idade.

Aos 19 anos, a convite de uma amiga, conheci um mundo totalmente novo, que nem fazia ideia que existia – o universo dos vibradores. Cada um de uma forma diferente, com os mais variados tipos de vibrações e cores existentes. Confesso que fiquei muito envergonha com a situação, principalmente quando dei de cara com brinquedos de tamanhos assustadores. Ao andar pela loja fui perdendo a timidez e, por incentivo de uma mãe de uma amiga minha , resolvi comprar Meu Primeiro Vibrador. Eu nunca tinha sequer pensado nessa possibilidade anteriormente, mas fui envolvida pelo ambiente.

 

Eu já tinha total conhecimento do meu corpo e da minha sexualidade, porém a ideia de ter um brinquedinho para uso pessoal soava-me bem e ao mesmo tempo  não – e  não fazia ideia do por que. Achava que um vibrador era usado apenas por putas e mulheres promíscuas, e comecei a sentir-me suja. Era como se eu fosse violar o meu corpo ou algo assim. Eu me masturbava com certa frequência, mas nunca utilizando nada tão sofisticado.

O meu primeiro vibrador

Eu não sabia o que estava a perder!

Depois de andar por alguns bons minutos olhando os produtos e passar pelo preconceito machista que eu mesmo tinha imposto sobre mim, escolhi o Meu Primeiro vibrador: um modelo simples com três tipos de vibrações, rosa e fino, bem discreto e bonitinho. Ao escolher o meu brinquedinho, a mãe da minha amiga disse que eu tinha feito a escolha certa e que, se eu não tivesse cuidado, poderia até me apaixonar pelo meu novo companheiro. Ela, no entanto, saiu com uma bolsa cheia de acessórios. Aquela noite prometia!

Cheguei a casa e fui diretamente tomar banho, ignorando a comida e qualquer outra prioridade; afinal, eu estava cansada, suada e realmente estava precisando de relaxar. Depois do banho, deitei-me na cama e resolvi testar o meu novo brinquedo. Comecei a introduzir o vibrador lentamente, tentando me acostumar com aquele objeto gelado. Criei coragem e apertei o botão com a vibração mais branda, e fui passando por toda região da vagina, “passeando” lentamente sobre o clitóris. Sentia-me fora de órbita!

Eu nunca me tinha sentido assim com a masturbação, utilizando apenas os dedos. As vibrações eram perfeitas e era possível aumentar a intensidade a qualquer momento! Quando dei por mim estava com as pernas trémulas, voltando a consciência depois de um orgasmo fantástico. Ali  percebi o seguinte: a mãe da minha amiga falava muito a sério quando me disse para eu ter cuidado para não me apaixonar.

O meu primeiro vibrador permitiu conhecer uma nova forma de prazer, mais íntima e muito pessoal. Desde então passei a utilizar vários modelos, em diferentes formatos, cores e mesmo casada, o vibrador continua sendo um fiel companheiro – e um grande aliado na hora do sexo.

 

Comprando o seu primeiro vibrador

Não seja igual a mim que, por conta de um preconceito patético, achava errado a utilização de brinquedos para o prazer pessoal e/ou do casal. Caso esteja curiosa, sugiro que experimente. Há vários relatos, por exemplo, de mulheres casadas que disseram que as suas relações melhoraram muito depois de introduzir alguns brinquedos nas suas relações. Os homens adoram e ficam muito animados, ainda mais se poderem controlar o brinquedo proporcionado assim mais prazer à sua parceira.

Pense no seu vibrador como uma forma de auto-descobrimento sexual e uma forma de apimentar a relação. Vá a uma Sex Shop e dê uma olhadela nos modelos mais simples. Antes de entrar, eu tinha uma ideia totalmente diferente desse tipo de lojas – e quando entrei numa, a primeira coisa que notei foi como as vendedoras são discretas e respeitosas. É igual a uma loja normal, só que os produtos vendidos nas SexShop são brinquedos sexuais, não tem muito que saber.

Procure não comprar inicialmente modelos muito “sofisticados” e cheio de vibrações, principalmente se está a comprar o seu primeiro vibrador. Converse com a atendente e veja as opções mais simples, tanto na parte “técnica” quanto no design, pois como há vários modelos, existem uns que são muito mais discretos do que outros, como pode imaginar…

 

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