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“MORDAM SUAS LÍNGUAS!”

“Toda a Ferramenta Preparada Contra Ti Não prosperará”…(Isaías 54.17)

A Euforia geralmente traz algum prejuízo. Não é um estado tranquilo, harmonioso. A pessoa em Euforia está alterada. Deve-se evitar tomar decisões importantes durante esse estado. Qual a finalidade da Ferramenta preparada para humilhar, caluniar, levantar falsos testemunhos, massacrar com golpes baixos como sob o ataque das armas forjadas ou da língua maligna? Como disse o Pontífice, o Papa Francisco em sua homilia: “Mordam Suas línguas!”

A angústia nasce da escolha. O homem é um ser livre para desejar escolher pacificar e reconciliar, ou, semear intriga e discórdia. Disse o Pontífice: fofocar é terrorismo, porque quem fofoca é como um terrorista que joga a bomba e vai embora, destrói: destrói com a língua,e, não promove paz. Mas é esperto, pois não é um terrorista suicida, ele se protege. O Pontífice exorta: todas as vezes que me vier à boca a vontade de semear discórdia e divisão, e falar mal do outro… devo Morder a Língua!

A Euforia pode dar lugar à irritação, comportamentos grosseiros, e do nada, se transforma em língua devastadora. Muitas vezes a pessoa é apenas volúvel e imaturo, não sabe ainda o que quer da vida. Não quer assumir responsabilidades e se comporta como uma criança mimada. Mas, o estado de Euforia pode se transformar em”mania”. O indivíduo sente um bem estar, um aumento da sociabilidade, do desejo de falar, e, neste estado o indivíduo fica Eufórico Maníaco vomitando suas loucuras.

Em sentido lato, chama-se Moinho de Vento a qualquer motor movido à energia eólica. Pessoas que não conseguem controlar sua língua são como massas de ar em movimento, que juntos movimentam pessoas como as pás de captadores. Causam uma desordem, e no estado de mania o indivíduo sente um bem estar em sua onipotência. Contudo, a Euforia, pode dar lugar à irritação, a explosões de raiva, a atitudes pretensiosas ou comportamentos grosseiros.

Ferramenta é um conjunto de instrumentos e objeto empregados em um trabalho ou em uma ação. Faraó preparou muitas e potentes ferramentas para destruir o povo de Deus. Mas, a Fidelidade do Senhor não permitiu o sucesso de suas pretensões. Quando Faraó pensou que o povo estava embaraçoso e desprotegido, quem na realidade havia caído no laço era o próprio rei e seu exército. “Toda a Ferramenta preparada contra ti não prosperará; e toda a Língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR e a sua justiça que vem de MIM, diz o SENHOR”. (Is 54.17)

Dom Quixote enfrenta os moinhos, imaginando que eram gigantes. Quantas vezes se fantasia monstros que geram medo, contra os quais se luta e, com o tempo vão diminuindo seu tamanho e sua importância. Não é difícil imaginar que a luta contra os moinhos de vento é uma metáfora, faz parte da vida lutar contra os adversários reais ou imaginários, mas é preciso enfrentar os gigantes para crescer. Na verdade, sempre se idealiza o outro, e com o tempo, cada ser humano cresce e sofre, não mais como gigantes, mas como seres frágeis e humanos, movimentando suas pás, criando uma consciência entre a Palavra e a Língua. Logo, ressalta o poder do desejo humano diante da realidade de quem a Vê. Todas as pessoas são desamparadas e fragilizada, bem como suas lutas para sobreviver. Mas é preciso aceitar a disforia, a inquietude, a sensação de mal-estar e, canalizar a energia para o SENHOR que Anima a Alma.”Não temas, porque não serás envergonhada; e não te envergonhes, porque não serás humilhada; antes te esquecerás da vergonha da tua mocidade, e não te lembrarás do opróbrio da tua viuvez”. (v.4)

O SENHOR chamará de volta o povo desprezado. A metáfora de uma mulher desprezada e viúva, simboliza uma Nação ferida e dispersa, mas que receberá o princípio da fase Gloriosa da Coligação e Restauração. Ouça o conselho de Sancho: “Viva muitos anos, porque a maior loucura que um homem pode fazer nesta vida é se deixar morrer assim sem mais nem menos, sem que ninguém o mate nem que outras mãos lhe deem cabo além da Melancolia”. Todos são povo de uma mesma Nação. Em diferentes proporções, uma mistura de corajosos e medrosos, ora alegres, ora tristes, e, diante dos obstáculos, todos vão seguindo, subindo e caindo na sua fragilidade e desamparo. Portanto, como disse o Papa: Mordam suas línguas. Seja um Pacificador e Reconciliador, semeando Paz e não Intriga. “Porque o Teu Criador é o teu Marido, o SENHOR dos Exércitos é o Seu Nome.” (5) Deus Restaurará esta Nação. O SENHOR é o Redentor de toda a Terra.” (v.6)

“MÔNICA DRUZIAN”

Ref:

CANAVAGGIO, Jean.Cevantes. São Paulo: Editora 34, 2005, p.240.



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