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Alinhamento Planetário 1.2

Alinhamento Planetário 1.2

Alinhamento planetário é um termo astronômico usado para descrever o evento em que vários Planetas se reúnem de perto em um dos lados do Sol ao mesmo tempo. Starwalk – 25 abr 2024

O próximo alinhamento planetário ocorrerá em 3 de junho de 2024. Na madrugada, seis planetas — Mercúrio, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno — estarão alinhados no céu. Mercúrio, Marte, Júpiter e Saturno podem ser avistados a olho nu, mas você precisará de um telescópio ou binóculos de alta potência para ver Netuno e Urano. Vamos dar uma olhada mais de perto nas condições para observar os planetas. Existe Guarani em SP – 2024 mai 26

Mercúrio, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno em um alinhamento planetário em 3 de junho de 2024, visto do Hemisfério Norte. Sky Tonight

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A data ideal para visualizar o alinhamento pode variar dependendo da sua localização. Aqui está uma lista de diferentes localidades ao redor do mundo e as datas em que os planetas serão vistos no menor setor do céu para eles durante este alinhamento:

  • São Paulo: 27 de maio, setor do céu de 43 graus.
  • Sydney: 28 de maio, setor do céu de 59 graus;
  • México: 29 de maio, setor do céu de 65 graus;
  • Abu Dhabi: 30 de maio, setor do céu de 68 graus;
  • Hong Kong: 30 de maio, setor do céu de 67 graus;
  • Atenas: 2 de junho, setor do céu de 72 graus;
  • Tóquio: 2 de junho, setor do céu de 73 graus;
  • Nova York: 3 de junho, setor do céu de 73 graus.

Aqui está a lista dos próximos alinhamentos planetários que apresentam de 5 a 7 planetas:

  • 28 de agosto de 2024: um grande alinhamento matinal de Mercúrio, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
  • 18 de janeiro de 2025: um grande alinhamento matutino de Mercúrio, Marte, Júpiter, Urano, Netuno e Saturno.
  • 28 de fevereiro de 2025: um alinhamento vespertino completo de Saturno, Mercúrio, Netuno, Vênus, Urano, Júpiter e Marte.
  • 29 de agosto de 2025: um grande alinhamento matutino de Mercúrio, Vênus, Júpiter, Urano, Netuno e Saturno.
  • 08 de setembro de 2040: cinco planetas visíveis a olho nu (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno) irão se alinhar no céu. A Lua crescente também estará visível, posicionada entre Vênus e Saturno. A melhor hora para as observações será por volta das 19h30, hora local.
  • 15 de março de 2080: seis planetas (Vênus, Mercúrio, Júpiter, Saturno, Marte e Urano) estarão visíveis no céu da manhã. Esse alinhamento é especialmente notável porque contará com a “grande conjunção” de Saturno e Júpiter, que terão apenas seis minutos de arco de distância.
  • 19 de maio de 2161: todos os planetas do Sistema Solar, incluindo a Terra, se reunirão em um lado do Sol. Os planetas serão vistos pouco antes do amanhecer.
  • 07 de novembro de 2176, todos os planetas do Sistema Solar, incluindo a Terra, se reunirão em um lado do Sol. Os planetas serão vistos no céu da Terra logo após o pôr do sol.
  • 06 de maio de 2492, todos os planetas do Sistema Solar, incluindo a Terra, se reunirão em um lado do Sol, dentro de 90 graus um do outro. No céu da Terra, os planetas serão vistos logo após o pôr do sol.

A astronomia indígena é a mais antiga das ciências. Para os indígenas, a Terra nada mais é do que um reflexo do céu, e tudo o que acontece aqui também se passa lá em cima. Nayara Rosolen – Uninter. 24 set 2020

A visão indígena do Universo deve ser considerada no contexto dos seus valores culturais e conhecimentos ambientais. Esse conhecimento local se refere às práticas e representações que são mantidas e desenvolvidas por povos com longo tempo de interação com o meio natural. O conjunto de entendimentos, interpretações e significados faz parte de uma complexidade cultural que envolve linguagem, sistemas de nomes e classificação, maneiras de usar recursos naturais, rituais, espiritualidade e maneira de ver o mundo (Nhandereko). Germano B. Afonso – IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares). jul 2003

Em 1612, o missionário capuchinho francês Claude d’Abbeville passou quatro meses com os Tupinambá do Maranhão. No seu livro “História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão e Terras Circunvizinhas”, publicado em Paris, em 1614, considerado uma das mais importantes fontes da etnografia dos Tupi, ele registrou o nome de cerca de 30 de estrelas e constelações conhecidos pelos índios da ilha.  Infelizmente, ele identificou apenas algumas delas. Um dos motivos que nos incentivou a realizar este trabalho foi verificar que o sistema astronômico dos “extintos” Tupinambá do Maranhão, descrito por d’Abbeville, é muito semelhante ao utilizado, atualmente, pelos Guarani do Sul do Brasil, embora separados pelas línguas (Tupi e Guarani), pelo espaço (mais de 2.500 km, em linha reta) e pelo tempo (quase 400 anos).

Segundo Claude d’Abbeville, os extintos Tupinambá do Maranhão, situados perto da Linha do Equador, também observavam o movimento do nascer e do pôr-do-sol e o seu deslocamento na linha do horizonte, que se efetua entre os dois trópicos, limites que jamais ultrapassam. Eles sabiam que quando o Sol vinha do lado norte trazia-lhes ventos e brisas e que, ao contrário, quando vinha do lado sul, trazia chuvas. Eles contavam perfeitamente os anos em doze meses e isso pelo conhecimento do deslocamento do Sol de um trópico a outro e vice-versa. Conheciam igualmente os meses pela época das chuvas e pela época dos ventos ou, ainda, pelo tempo dos cajus.

O ramo da ciência denominado cronobiologia que estuda por exemplo, os ciclos do mosquito Aedes Aegypti, que transmite doenças como a dengue, a zika e a chikungunya, e há um ciclo mensal, com maior atividade de mosquitos na lua cheia, em comparação com a lua nova, devido a duração maior dos crepúsculos.

“Tem uma mancha escura que parece um homem sentado, porque os índios não fazem só união de estrelas. Essa mancha escura que aparece é o Nhanderu, nosso pai, dos tupi-guarani. O colibri está colocando néctar das flores da primavera na boca de Nhanderu”, conta Germano.

A comunidade científica desconhece muito do conhecimento indígena que pode se perder em uma ou duas gerações. Esse risco ocorre pelo rápido processo de globalização e pelas dificuldades em documentar, avaliar, validar, proteger e disseminar os conhecimentos dos indígenas.

Existem algumas ferramentas disponíveis para quem tem interesse em conhecer mais sobre o assunto e a leitura do céu. O primeiro deles é o aplicativo Stellarium, que simula a abóbada celeste em tempo real e permite a observação dos corpos celestes. Outro é a Carta Celeste, também disponível como aplicativo.

“A Carta Celeste é boa para você ver realidade virtual aumentada. Por exemplo, em um determinado horário, você olha o planeta, aponta seu celular e o celular te dá todas as características. O Stellarium é o melhor software de astronomia que existe, é riquíssimo, e ele é grátis. Eu recomendo para todo mundo”, ressalta o professor.

Para garantir que você encontre todos os planetas facilmente, use o aplicativo gratuito Sky Tonight, basta lançar o app e apontar seu dispositivo para o céu – você verá os nomes dos planetas.

Primeiro, escolha o horário certo. Para observar esse alinhamento, você deve descobrir o horário do nascer do sol para o seu local e começar suas observações pelo menos uma hora antes.

Os planetas se reúnem em um mesmo quadrante apenas 7 vezes no milênio atual.

Edição: 31 mai 2024

Palavras Perdidas: Convocatória Aberta, O último Eclipse Lunar Total de 2022, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Cuaracy Ra’Angaba – O céu Tupi Guarani, The Stars Down to Earth, Via Láctea pelo navegador

Apoie o artesanato confeccionado pelas mãos das mulheres indígenas da nação Guarani Mbya:

Art and culture of the native peoples of our planet. ART AMBA MIRIM



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