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Meu querido professor…


Estamos em aula. É mais um dia.

Você nem imagina o que passa dentro dessa minha cabeça maligna. Todos os dias você entra nessa sala e imagino tudo… Se você soubesse como eu perco a linha. Nada vai mudar na nossa relação. Eu não vou te procurar, nem me insinuar. Eu não sou do tipo de homem que fica na sua mão, mas me permita… Qualquer ilusão de que poderíamos ser mais do que os regimes burocráticos permitirão.

A minha postura séria de quem não perde o controle, não cede… Será que na cama isso não inverte? Eu sempre achei que você gostasse de homens frágeis, até perceber que te surpreender é uma das formas mais agradáveis para você.

Eu me prometo todo dia. Eu me concentro na rotina. É tão ruim assim imaginar minha mão na tua perna ou então em qualquer que seja a posição, você me domina ou então… eu posso ser quem escolhe o roteiro. Você me pega, mas eu gosto de ficar por cima.

Eu vou ser a tua loucura, se os teus olhos ousarem se aprofundarem nos meus você assinou o seu atestado de excitação que será… muita. Por que eu acho que você também quer? Às vezes eu te pego olhando pra mim como se esperasse até onde der.

Seus olhos me tocam como se fossem as suas mãos. Você de frente pra mim e eu me perco de tesão. Eu gosto da tua figura dominante. Eu estou sentado de frente pra você esperando que você dei um sinal. Nós já fizemos amor muitas vezes pelo olhar, mas toda vez que a aula acaba sinto uma distancia ainda maior.

Você sabe. Você também quer. Somos dois adultos. Eu sou homem, você mulher. Beba a mim como você bebe teu copo de café. Eu faço o que você espera, mas só se você disser.

E quando tudo acabar, vou te ver abrir a porta e dizer: “Professor, até”.




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