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Crescimento da economia da China teve desaceleração leve no 3º trimestre, para 6,8%

Crescimento da economia da China teve desaceleração leve no 3º trimestre, para 6,8%

Crescimento da China ficou estável no terceiro trimestre, mas gastos no varejo e exportações mostraram força. Foto: Andy Wong/AP

PEQUIM – O Crescimento da economia chinesa registrou leve desaceleração em seu ritmo no terceiro trimestre, para 6,8%, após alta de 6,9% no segundo trimestre. O desempenho das exportações e dos gastos no varejo, no entanto, mostraram força, dando impulso político no momento em que o Partido Comunista se prepara para dar ao presidente Xi Jinping mais um mandato à frente do país.

A economia da China tem se mostrado inesperadamente sólida este ano, mas especialistas afirmam que a atividade deve se enfraquecer à medida que Pequim imponha controles mais rígidos para os empréstimos bancários no país para frear a expansão da endividamento.

Há alguns anos os líderes chineses buscam desacelerar o ritmo de expansão da China e mudar o motor de seu crescimento. A ideia é que exportações e investimentos deixem de ser a principal influência para a expansão, que se deslocaria para o consumo. Para evitar uma desaceleração abrupta do crescimento, Pequim tem lançado mão de injeções de crédito, que acabaram por elevar o endividamento.

O crescimento econômico da China deve acelerar Pela Primeira Vez em sete anos neste ano depois de atingir as expectativas no terceiro trimestre, mas os esforços para reduzir os riscos no setor imobiliário e das dívidas começam a pesar em partes da segunda maior economia do muindo.

Os esforços de Pequim para consolidar e reestruturar seu setor industrial deram frutos uma vez que a produção industrial superou as expectativas, enquanto os fortes gastos fiscais e o investimento público sustentado ajudaram a ampliar a demanda doméstica.

ELEVADO ENDIVIDAMENTO

Mas permanecem as preocupações de que grande parte do crescimento seja devido à dívida, com o presidente do banco central, Zhou Xiaochuan, tendo alertado nesta quinta-feira para a alavancagem corporativa e das famílias.

A repressão aos riscos financeiros e medidas para esfriar o mercado imobiliário já começaram a ter efeito. A expansão de novas construções desacelerou e as vendas de propriedades caíram pela primeira vez em mais de dois anos e meio em setembro.

“Os dados mostram que alguma desalavancagem continua e que as reformas do governo estão funcionando, mas que o crescimento ainda está sendo sustentado a uma taxa razoável”, disse Kaori Yamato, economista sênior do Instituto de Pesquisa Mizuho.

Os números entretanto levantam dúvidas sobre a projeção mais otimista feita pelo presidente do banco central nesta semana. Zhou disse no domingo que o Produto Interno Bruto (PIB) poderia crescer 7 por cento no segundo semestre.

A produção industrial da China cresceu 6,6% em setembro sobre o mesmo período do ano anterior, superando as expectativas de 6,2%, enquanto o investimento em ativos fixos cresceu 7,5% entre janeiro e setembro, contra expectativa de 7,7%.

Já as vendas no varejo avançaram 10,3% em setembro sobre o ano anterior, contra expectativa de aumento de 10,2%. A renda disponível cresceu 7,5% nos primeiros nove meses do ano, taxa mais rápida em dois anos.

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