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Ministro nega que presidente do BNDES esteja sendo demitido

Ministro Nega Que Presidente Do BNDES Esteja Sendo Demitido

BRASÍLIA – O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, negou, nesta quarta-feira, que o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, esteja sendo demitido. Ele foi questionado sobre o assunto depois da divulgação de informações de que o presidente Michel Temer estaria disposto a tirar Rabello do comando do banco para colocar um nome ligado ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com quem o Palácio do Planalto busca uma reaproximação. O BNDES está submetido hoje ao Ministério do Planejamento.

— A única coisa que eu posso dizer, com certeza, é que ele não está sendo demitido — disse Oliveira, acrescentando, no entanto, que não sabe de conversas entre Maia e o Planalto sobre o banco:

— Só posso dizer o que eu sei aqui e agora. Não sei se é verdade que presidente Rodrigo Maia propôs isso (a saída de Rabello do cargo). Mas ele não está sendo demitido.

Rabello tem se envolvido em polêmicas desde que assumiu o BNDES no lugar de Maria Silvia Bastos. Ele chegou, por exemplo, a criticar a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP), que vai passar a corrigir os empréstimos do banco e que é uma agenda defendida por toda a equipe econômica. Perguntado sobre se estaria satisfeito com a gestão do presidente da instituição, Oliveira teceu elogios a Rabello:

— Estamos muito satisfeitos. Temos tido um trabalho colaborativo com o BNDES. As discussões que temos tido resultaram em iniciativas muito positivas sobre linhas de crédito para pequenas empresas e sobre a decisão de devolução de recursos para o Tesouro, que vai auxiliar no cumprimento da regra de ouro.

Sobre as críticas do presidente à TLP, o ministro afirmou:

— Houve no início alguns comentários sobre a TLP, mas isso está superado. A nossa visão é que a TLP é a saída que o BNDES precisa para continuar cumprimento o seu papel.

O Tesouro quer que o BNDES devolva em 2018 R$ 130 bilhões que foram emprestados à instituição nos últimos anos para aumentar o volume de empréstimos. Esses recursos são necessários para que o Tesouro não descumpra a chamada regra de ouro, pela qual o governo não pode fazer operações de crédito num volume acima de suas despesas com investimentos. O montante devolvido será usado para abater a dívida pública. Rabello também tem mostrado resistência a essa devolução.

Sobre a possibilidade de o BNDES comprar R$ 10 bilhões em créditos de risco da Caixa para melhorar os índices da instituição e prepará-la para uma abertura de capital, Oliveira disse que não está acompanhando o assunto, mas que qualquer operação será feita com segurança:

— Se houver alguma coisa, o BNDES não vai comprar ativos ruins. O banco não pode comprar ativos ruins.

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