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Governo central tem déficit de R$ 26,3 bilhões em fevereiro

Governo central tem déficit de R$ 26,3 bilhões em fevereiro

Notas de R$ 100 e R$ 50 –  

BRASÍLIA – Após ter registrado um superávit em janeiro, o governo central voltou ao vermelho. O Ministério da Fazenda informou nesta quinta-feira que o governo central (composto por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) teve um déficit de R$ 26,26 bilhões em fevereiro. Isso significa que o governo não conseguiu economizar nenhum centavo para pagar os juros da dívida pública. Esse foi o pior desempenho em 21 anos, desde o início da série histórica, em 1997.

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O resultado é 0,3% maior do que o registrado no Ano Passado, quando o rombo foi de R$ 25 bilhões. No ano, o déficit acumulado é de R$ 7,22 bilhões, menor do que o de 2016. No ano passado, o resultado acumulado nos Dois Primeiros Meses do ano era um rombo de R$ 10,16 bilhões.

De acordo com o relatório divulgado, as receitas líquidas do governo caíram 2,2% em fevereiro, na comparação com o ano passado, e totalizaram R$ 69,15 bilhões. As despesas também tiveram um recuo real, de 1,5% e somaram R$ 95,4 bilhões.

O déficit da Previdência Social somou R$ 13,5 bilhões no mês, uma alta de 26% em relação a fevereiro de 2016. No ano, o rombo totaliza R$ 26,9 bilhões, quase 37% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, os resultados do Tesouro e do Banco Central tiveram melhora em relação ao ano passado. O Tesouro Nacional acumula um superávit de R$ 19,7 bilhões, 126% maior do que em 2016. Já o Banco Central teve um déficit 64% menor, de R$ 63 milhões.

QUEDA NOS INVESTIMENTOS

Entre as despesas, houve um aumento de 6% do gasto com benefícios previdenciários e de 7% com pessoal e encargos sociais no acumulado do ano. As demais despesas obrigatórias (que incluem subsídios, subvenções, créditos extraordinários, abono e seguro-desemprego, por exemplo) recuaram 21,2%.

Os gastos discricionários, que incluem custeio e investimento (com exceção do PAC), também tiveram um recuo de 32,4% no acumulado dos dois primeiros meses do ano. O investimento despencou 70,5%. O gasto com custeio recuou 24%.

As receitas com impostos e contribuições federais aumentaram 1,1%. Os principais tributos que tiveram incremento na arrecadação foram o Imposto de Renda (6,9%) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (11,2%). O Imposto de Importação e a Cide Combustíveis, por sua vez, tiveram forte recuo na arrecadação, de 21,9% e de 8,5%, respectivamente.

Os recursos não administrados pela Receita Federal tiveram uma queda de 31%. Só a arrecadação com concessões e permissões caiu 96,4%.

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