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Mistérios arqueológicos fascinantes

Mistérios arqueológicos fascinantes

Muito provavelmente, quando criança você sonhava em ser um aventureiro em busca de descobertas incríveis, no estilo Indiana Jones. Afinal, quase toda criança adora brincar de caça ao tesouro, de se perder no meio da mata em busca do tão sonhado baú de ouro. Muitas pessoas conservam este espírito na vida adulta e algumas se transformam em arqueólogas. Claro que o prêmio para quem vive esta rotina é outro. Igualmente valioso, ele carrega informações sobre o nosso passado que nos ajudam a entender um pouco mais como chegamos até aqui.

Hoje, trazemos algumas fotos da National Geographic que registraram momentos incríveis de algumas escavações arqueológicas.

1. Arqueólogos estudando uma cabeça de pedra olmeca, 1947

Os olmecas são um povo que está na origem da cultura pré-colombiana e que viveu aproximadamente de 1500 a.C. a 500 a.C na região onde hoje fica o México. Eles criaram enormes cabeças de pedra que pesavam de seis a 50 toneladas. Os cientistas ainda não conseguiram explicar como eles foram capazes de fazê-las.

2. Ruínas de antigos assentamentos na Escócia

Existiram aproximadamente do século XXV a.C. até o século XVII. Ruínas de algumas casas ainda existem.

3. Mergulhador em um cenote (caverna) no México

Um cenote é uma cavidade natural com água que surge após o desmoronamento do teto de algumas grutas. Há muito tempo, eram usados como fontes de água e em alguns rituais de sacrifícios pelos maias. A exploração dos cenotes ajudou os arqueólogos a conseguir novas e importantes informações sobre esta incrível civilização.

4. Um homem do antigo reino de Mustang, no norte do Nepal, carregando restos humanos encontrados em uma cripta

Em uma das muitas cavernas montanhosas artificiais do Nepal, foram encontrados restos mortais de 27 homens, mulheres e crianças. Muitos ossos apresentaram sinais de cortes que são evidência de um ritual funerário desconhecido para os cientistas. Os esqueletos ficaram na cripta por mais ou menso 1.500 anos.

5. Vista aérea de Leptis Magna, no oeste da Líbia

Trata-se de uma das maiores e bem conservadas cidades romanas, construída na época dos reinados de Augusto e Tibério (de 14 a.C a 37 d.C). Até hoje em dia podemos observar as ruínas impressionantes entre as quais os arqueólogos ainda fazem grandes e importantes descobertas.

6. O palácio no Palenque

O Palácio no Palenque, em Chiapas, no México, é uma espécie de castelo com uma torre de quatro andares que não está em nenhuma outra cidade maia. Os cientistas acreditam que da torre os maias observavam como os raios solares atingiam o templo das inscrições no solstício de inverno.

7. Bastão para caminhar encontrado na tumba de Tutancâmon

O bastão está decorado com um prisioneiro de Núbia. Segundo uma das versões, o faraó colocava o bastão sobre a terra com a parte decorada para baixo para humilhar os núbios.

8. Louis Leakey e sua família procurando um hominídeo na Garganta de Olduvai

O paleoantropólogo britânico Louis Leakey (1903-1972) foi um defensor da teoria da evolução e encontrou muitas evidências que ajudam a comprová-la. Na Garganta de Olduvai (na Tanzânia), após 30 anos de escavações, ele por fim conseguiu encontrar o crânio de um dos predecessores dos humanos modernos.

9. Milhares de soldados e cavalos de terracota de tamanho real fazem guarda na tumba do imperador Qin Shi Huang

O desejo do primeiro imperador da China era que as estátuas o acompanhassem em outra vida. Alguns especialistas acreditam que isso aconteceu progressivamente, já que, nestes casos, os guerreiros eram enterrados vivos.

10. Rochas de Stenness (Escócia)

Como no caso de sua ’prima mais famosa’, Stonehenge (na Inglaterra), muitas lendas estão associadas a essas rochas escocesas. A hipótese mais popular é que este lugar foi usado para sacrifícios. Mas até mesmo esta versão deixa muitas perguntas em aberto.

11. A múmia de gelo Ötzi, descoberta em 1991, nos Alpes de Ötztal, no Tirol

Segundo algumas pesquisas, Ötzi nasceu aproximadamente em 3300 a.C., o que faz dele a múmia mais antiga da Europa. Após algumas análises comparativas de DNA, foi mostrado que entre os 4 mil homens que vivem no Tirol (fronteira da Áustria com a Itália), 19 são parentes da ’pessoa de gelo’.

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