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Grandes fraudes da história

Grandes fraudes da história

Confundir de propósito as pessoas é equivalente a enganá-las. Mas quem faz isso e por quê? Alguns para conquistar fama e dinheiro. Outros, apenas por diversão.

O Incrível.club reuniu 12 casos famosos e curiosos da história com os quais milhares de pessoas foram enganadas.

Mas fique atento: embora muitas das histórias que contaremos sejam bem antigas, hoje em dia lendas urbanas circulam o tempo todo pela Internet. Antes de curtir ou compartilhar, informe-se com Fontes confiáveis sobre a veracidade da notícia.

Fadas de Cottingley

“As fadas de Cottingley” são uma série de fotos feitas entre 1917 e 1921 por duas meninas de 10 e 16 anos na região de Cottingley, na Inglaterra. As fotos buscavam comprovar a existência de fadas e elfos, e causaram um grande escândalo, mas acabaram se revelando uma das trapaças mais criativas do início do século 20.

O fato de que uma das garotas trabalha no laboratório fotográfico do colégio acabou sendo de grande ajuda.

Até o próprio Arthur Conan Doyle, criador do personagem Sherlock Holmes, morreu acreditando na autenticidade das fotos de Cottingley.

Fontes: hoaxes, openculture

Loiras que desaparecem

Em 2002, a BBC publicou um artigo com base numa pesquisa que mostava que, por questões genéticas, no longo prazo, a tendência era a de que deixem de nascer pessoas loiras. Elas se tornariam, digamos, uma ’raça em extinção’.

Após algum tempo, saiu no New York Times um artigo revelando que os resultados dos estudos foram falsificados. No entanto, o boato ganhou ares de verdade e se propagou, dando margem a várias interpretações.

Na realidade, os genes recessivos, como os do cabelo loiro, são herdados de geração em geração de forma “adormecida“. Quando você menos espera, eles são ”disparados”.

Monstro do Lago Ness

O monstro do Lago Ness talvez seja a mentira mais famosa do mundo. Em 1934, o jornal britânico Daily Mail publicou a primeira foto sobre aquele misterioso animal, feita por Wilson, um cirurgião londrino.

A foto impressionou o mundo, mas em 1994 descobriu-se que o caso era uma fraude. Até então, a fé na honestidade do doutor Wilson e o belo mito sobre o monstro do Lago Ness era considerado inquebrantável.

Hoje, as cidades da região brincam com a lenda e lucram vendendo souvenires do monstro de mentira mais famoso do mundo.

Fontes: livescience

Homem de Piltdown

Em 1912, o arqueólogo Charles Dawson declarou que Havia encontrado os restos de uma antiga criatura: supostamente, era o elo que faltava na evolução entre o macaco e o ser humano.

Só 40 anos depois, a informação foi desmentida quando se descobriu que o crânio do homem de Piltdown era, na realidade, o crânio de uma pessoa da época medieval junto com a mandíbula de um orangotango.

Fontes: wikipedia, nhm, livescience

Fotos dos espíritos, de William Mumler

No fim do século 19, o fotógrafo de Nova York William Mumler começou a produção de fotos que mostravam pessoas vivas e os espíritos de seus parentes já falecidos.

Sua obra mais famosa é a foto de Mary Todd Lincoln com o “fantasma” de seu marido morto, o presidente Abraham Lincoln. O fotógrafo tinha muitos clientes, mas caiu no ostracismo ao ser acusado de fraude.

Fontes: hoaxes, photographymuseum

As pedras falsas de Beringer

Em 1725, o professor de medicina Johann Beringer, durante uma escavação, encontrou gravações um tanto estranhas. Eram imagens da fauna e da flora pré-históricas, assim como inscrições em hebreu antigo.

Ele disse que aquilo era uma prova da providência divina, e chegou a publicar um livro sobre o assunto. No entanto, ficou provado que as pedras foram obra de colegas de profissão que queriam se vingar de Beringer.

O escândalo arruinou para sempre a reputação do coitado do professor.

Fontes: wikipedia, atlasobscura

Máquina de xadrez “O Turco”

No fim do século 18, o inventor Wolfgang von Kempele criou uma máquina de xadrez em forma de um homem vestido no estilo turco, sentado a uma mesa.

De 300 partidas jogadas, “O Turco“ perdeu apenas 6, causando grande comoção: ele ganhou até de Napoleão.

Ninguém conseguia decifrar como aquilo funcionava. Todos viam que a maior parte da caixa era ocupada por um mecanismo, e não havia como uma pessoa inteira caber ali dentro.

No fim das contas, dentro da máquina se escondia um jogador de xadrez que havia perdido as pernas numa guerra. Com a ajuda de ímãs, ele via o que acontecia no tabuleiro e controlava ”O Turco”.

Fontes: slate, bbc, chessgames

Caso Roswell, a autópsia de um extraterrestre

Há quem diga que, em 1947, em Roswell, Estados Unidos, uma nave extraterrestre caiu com alienígenas a bordo.

Em 1995, o produtor britânico de cinema Ray Santilli publicou um vídeo chocante da autópsia de um ET que seria tripulante daquela nave. Em seguida, ficou provado que se tratava de uma fraude. O filme havia usado um boneco e foi gravado por iniciativa do próprio Santilli.

Muita gente, no entanto, ainda acredita que ETs foram encontrados naquela oportunidade. E você?

Fontes: livescience, mirror

O turista da morte

Após os acontecimentos do 11 de setembro, começou a circular na Internet a foto de um jovem que parecia estar no teto do World Trade Center no momento em que o fatídico avião se aproximava do prédio.

Porém, pessoas mais observadoras perceberam que havia algo errado:

  • O turista não podia estar na cobertura do prédio no momento em que o avião se chocou (8h45), pois o mirante só era aberto para os turistas às 9h30.
  • O avião da foto se aproxima do edifício pelo lado errado.
  • O avião é de outro modelo!
  • O ângulo da sombra não é o correto para aquela hora do dia.
  • O tipo de letra com que a câmera marca a data não é a usada pelos equipamentos na realidade.

E assim, o boato sobre o turista da morte caiu por terra.

Fontes: touristofdeath, snopes

Orson Welles e a transmissão de “A Guerra dos Mundos” pelo rádio

Em 1938, o diretor Orson Welles dirigiu um espetáculo via rádio baseado na obra “A Guerra dos Mundos, de H.G. Wells, sobre um ataque de marcianos à Terra.

A apresentação, estilizada em forma de reportagem, foi uma grande produção para a época: o texto era interrompido por efeitos sonoros e entradas de outros “correspondentes”.

O público foi avisado que se tratava de uma simulação, mas muita gente se esqueceu disso. Uma parte dos ouvintes começou a entrar em pânico, resolvendo sair da cidade apressadamente (especialmente depois de o presidente Franklin Roosevelt supostamente pedir calma à população).

Fonte: bbc, paleofuture, telegraph

A máquina de movimento perpétuo de Redheffer

Em 1813, Charles Redheffer afirmou ser a pessoa que, enfim, tinha conseguido criar uma máquina de movimento perpétuo. Criou-se uma grande comoção sobre o tema, mas o engenheiro Robert Fulton se mantinha cético a respeito.

Após examinar a criação do “inventor”, Fulton percebeu que existia uma força que fazia o mecanismo se movimentar. E tal força era um idoso que, sentado no sótão, tinha a incumbência de girar a manivela da máquina.

Fontes: hoaxes, veproject1

A lenda sobre a morte de Paul McCartney

Uma das farsas mais clássicas! Em 1969, surgiu o boato de que Paul McCartney, um dos integrantes dos Beatles, havia morrido num acidente ocorrido três anos antes. O que se comentava era que os produtores da banda não queriam tornar pública a notícia, substituindo o músico por um sósia. Dizia-se ainda que os outros membros da banda, sem poder falar abertamente sobre o acontecido, tinham passado a introduzir em suas obras “pistas“ em forma de imagens estranhas nas capas dos discos e palavras ambíguas nas letras das músicas.

Por exemplo:

  • No álbum ”The Beatles Yesterday and Today“ (1), Paul está sentado em uma mala aberta que lembra um caixão.
  • Na capa do disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (2), as flores lembram um túmulo, enquanto os jacintos amarelos (flores ligadas à ideia de morte) formam um violão para canhotos (Paul é canhoto).
  • O refrão da música ”It’s Getting Better“, quando tocado ao contrário, soa como ”After all Paul is dead. He lost his hairs, head” (“Ao final, Paul está morto. Perdeu o cabelo e a cabeça”).
  • Na capa de “Abbey Road“ (3), só Paul está descalço (em muitos países, é costume enterrar os mortos sem calçados) e dá um passo com a perna diferente da usada pelos demais membros dos ’fab four’.

  • Na capa de ”Magical Mystery Tour” (4), os músicos estão vestidos como animais, entre eles uma morsa negra que, supostamente, representa a morte.

A história já rendeu livros, filmes e deu muito pano prá manga.

McCartney leva os boatos na esportiva e com humor.

Fontes: beatles.wikia, wikipedia, time

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