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Fotos de miliciano morto ligado a Flávio Bolsonaro reforça suspeita de queima de arquivo, diz revista

Fotos de miliciano morto ligado a Flávio Bolsonaro reforça suspeita de queima de arquivo, diz revista
Fotos de miliciano morto ligado a Flávio Bolsonaro reforça suspeita de queima de arquivo, diz revista – Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Imagens revelam um ferimento na cabeça do ex-capitão, logo abaixo do queixo, queimaduras do lado esquerdo do peito e um corte na testa.

A revista Veja publicou em sua edição desta quinta-feira (13) fotos exclusivas da autopsia do miliciano Adriano da Nóbrega, ligado ao senador Flávio Bolsonaro, mostrando que o ex-capitão do Bope foi morto com tiros disparados a curta distância.

Adriano foi morto por policiais da Bahia, que descobriram o seu paradeiro com a ajuda da equipe de inteligência da polícia do Rio de Janeiro, no último domingo (9).

De acordo com a versão oficial, ele reagiu a uma ordem de prisão e morreu após uma troca de tiros. Sua família pretendia cremar seu corpo já na quarta-feira 12, mas a Justiça proibiu.

A revista teve acesso a imagens que revelam que Adriano da Nóbrega foi abatido com tiros disparados a curta distância. As imagens reforçam a acusação feita por sua esposa e por seu advogado de que ele foi executado — e de que as forças policiais nunca quiseram realmente prendê-lo.

Adriano da Nóbrega foi abatido com um de carabina e outro de fuzil, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, após reagir.

Também de acordo com a polícia baiana, mesmo atingido e tendo perdido muito sangue, o ex-capitão ainda estava vivo quando foi levado para o hospital, a 8 quilômetros do local do confronto, onde chegou morto.

Segundo a publicação, os disparos que mataram Adriano da Nóbrega foram feitos a curta distância. Além disso, as imagens revelam um ferimento na cabeça do ex-capitão, logo abaixo do queixo, queimaduras do lado esquerdo do peito e um corte na testa.

À revista, o doutor Malthus Fonseca Galvão, professor da Universidade de Brasília (UnB) e ex-diretor do Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal afirmou que “pode ter sido uma troca de tiros? Pode. Pode ter sido uma execução? Pode. Qual é o mais provável? Com esse disparo tão próximo, o mais provável é que tenha sido uma execução”.

Leia a matéria na íntegra.

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