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Cidade da região metropolitana de Belo Horizonte recebe uma das maiores contrapartidas socioculturais do Brasil

Terceira cidade mais rica de Minas Gerais e a segunda na geração de empregos, Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi beneficiada com uma das maiores obras de contrapartida sociocultural do país. No município, a Direcional Engenharia construiu o Centro de Memória dos Trabalhadores e da Indústria de Contagem. O complexo, de aproximadamente 4,5 mil metros quadrados, fica no bairro Cidade Industrial e abriga um centro de tecnologia e desenvolvimento, com espaços para exposições, pesquisas, eventos e convivência.

A ideia de uso do espaço surgiu como parte da medida compensatória pela construção do Projeto Oásis, empreendimento erguido pela Direcional, empresa cuja expertise está nos empreendimentos residenciais. A construtora vislumbrou no local, um conjunto de ruínas da antiga fábrica de laminados de ferro Lafersa, desativada há mais de 15 anos, a oportunidade de reforçar sua atuação como agente transformadora da sociedade. “O projeto foi idealizado com a proposta de transformar uma região inóspita de um grande centro urbano em um local de promoção do desenvolvimento econômico, social e de preservação do patrimônio cultural”, afirma o diretor Comercial e Marketing da Direcional Engenharia, Paulo Assis.

O Oásis representa um marco para a Direcional Engenharia, assim como seu projeto de contrapartida, um dos maiores do país na área sociocultural. Os números falam por si: em uma área de 146.134 metros quadrados foram construídas 896 unidades residenciais em um empreendimento completo que prioriza lazer, qualidade de vida e integração com a natureza.

Para um projeto dessa grandiosidade, o desafio das obras condicionantes -aquelas que procuram oferecer iniciativas socioambientais para a comunidade no entorno dos empreendimentos construídos- não poderia ser outro que não priorizasse um benefício para a sociedade. “Daí surgiu a ideia de preservação da antiga fábrica vizinha ao condomínio, um local que estava degradado mas que carregava boa parte da história da população de Contagem”, destaca Assis.

O Centro de Memória foi pensado para homenagear os profissionais que se dedicaram ao crescimento econômico do município e de Minas Gerais. O museu é o primeiro do gênero e traz um resgate da cultura dos operários que já passaram e ainda passam pelas fábricas da cidade, considerada um dos maiores polos industriais do Estado.

Para alcançar o modelo idealizado, a Direcional Engenharia realizou um projeto que contemplou um minucioso estudo de preservação local. A restauração foi assinada pelo arquiteto e diretor de Promoção do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fernando Pimenta, que, com um projeto em mãos de tamanha importância, não somente para a cidade, mas para o Estado, conseguiu realizar o reforço estrutural do galpão existente, a troca de cobertura e estrutura metálica e a ressignificação dos espaços, preservando detalhes históricos, como a reprodução dos Cobogós que enfeitavam as paredes laterais.

Em um trabalho praticamente artesanal, desempenhado pelo time de obras da Direcional, foi feita a recuperação de todas as estruturas de concreto armado e metálica, chaminés cerâmicas, pontes rolantes, altos-fornos e equipamentos utilizados na laminação de aço da antiga siderúrgica.

O Centro foi entregue à Prefeitura de Contagem, que será a responsável pela gestão do museu. Nas últimas semanas, o local ganhou destaque mundial pela implantação do primeiro centro global de inovação em logística no país da Hyperloop Transportation Technologies (HTT). Essa é uma das várias companhias no mundo a tentar implementar a ideia de transporte ultrarrápido por cápsulas de Elon Musk, bilionário fundador da Tesla, empresa especializada em carros elétricos, armazenamento de energia e fabricação de painéis solares, e criador de outras bem-sucedidas companhias, como a Paypal. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Contagem, Sant Clair Schmiett Terres, vários motivos levaram à escolha da cidade, entre eles, a capacidade logística do município, que é cortado pelas principais rodovias de Minas Gerais e já conta com grandes empresas do ramo, além de projetos de inovação e tecnologia.

A requalificação da região gerou também outros benefícios para a população. A Direcional Engenharia realizou obras de alargamento do córrego Ferrugem, uma antiga demanda da população. A área, localizada em um dos locais mais movimentados de Contagem, era sujeita a enchentes e constantemente causava danos aos moradores da cidade, além de transtornos na mobilidade urbana. O projeto da Direcional contemplou um complexo trabalho de requalificação urbana e ambiental e entregou à população uma área revitalizada, com pavimentação em concreto armado e grama esmeralda, com drenagem superficial. Os reparos aumentaram a capacidade de vazão do córrego e trouxeram segurança à população local por diminuir os riscos de enchentes.

As obras condicionantes do projeto Oásis também contemplaram a requalificação de uma lagoa situada no local. Para o tratamento da água, foram realizadas intercepções e desvio de esgoto, além da drenagem do entorno. Todo o processo foi acompanhado por uma empresa de consultoria ambiental, que orientou a execução.

A orla se transformou em um parque, com espaço de lazer e mata preservada, e o local ganhou um belíssimo projeto de paisagismo, nova pavimentação, reestruturação do mobiliário e iluminação, acessos de pedestres, além de um playground e uma área livre para prática de esportes. A Direcional foi responsável, ainda, pela execução de uma alça viária e faixa de aceleração de acesso às avenidas Marechal Castelo Branco e Babita Camargos, que são as principais avenidas de Contagem.

A empresa também criou uma via de acesso ao Centro de Memória, dotada de toda infraestrutura e urbanismo. Além disso, implantou sinalização horizontal e vertical na região. “O projeto Oásis mudou não apenas as vidas das famílias que escolheram o local para viver, mas de todos os moradores de Contagem. Os benefícios que a cidade teve com o projeto comprovam a vocação da construção civil como atividade capaz de mudar a vida das pessoas e atuar como agente transformador na sociedade”, analisa Paulo Assis.

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