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5 Passos Essenciais Para Começar Uma Dieta Low-Carb De Sucesso — O Guia Definitivo

Por que tantas pessoas desistem da low-carb?”

Se você nos acompanha há algum tempo, provavelmente já sabe que falamos bastante sobre alimentação baixa em Carboidratos.

E sobre como usar essa alimentação para ter um estilo de vida com mais saúde.

Sendo que já ajudamos milhares de pessoas a obter resultados fantásticos com suas mudanças alimentares.

No entanto, muitas pessoas que iniciam a Dieta low-carb acabam desistindo.

Principalmente porque não começam a seguir a low-carb de forma correta.

Mas hoje isso vai mudar.

Porque vamos te ensinar a maneira correta de começar esse novo estilo de vida.

Por isso, recomendo que leia o texto até o final.

Pois assim você vai descobrir os exatos 5 passos necessários para começar a low-carb com o pé direito e ter sucesso nessa nova jornada.

Você está pronto(a)?

Então vamos direto para o passo #1.

Como Começar A Low-Carb — Passo #1: Limpe A Despensa

O primeiro passo é “limpar” a sua despensa.

Isto é: se livrar dos alimentos que são contrários ao estilo de vida que você pretende seguir.

(Você pode jogá-los fora ou, melhor ainda, doá-los.)

Nós sempre falamos que “a dieta começa no mercado”.

E sabe por que falamos isso?

Porque é verdade!

O fato é que ter na sua casa comidas “proibidas” vai tornar a sua adaptação muito mais difícil.

Porque você vai sempre se lembrar (talvez de maneira subconsciente) que aqueles alimentos estão ali, à disposição.

Desse modo, você vai ter que resistir à tentação o tempo todo.

Mas vamos ser sinceros: uma hora você vai ceder.

E isso não é sinal de fraqueza nem nada assim.

Esta é simplesmente a maneira que os seres humanos se comportam.

Nós resistimos à tentação repetidas vezes, com sucesso.

Mas existem dias difíceis, TPMs, momentos de stress, gripes… e uma hora você acaba cedendo.

Até nós mesmos (Guilherme e Roney), que trabalhamos com alimentação saudável há vários anos, seguimos esta exata dica.

Porque a natureza humana não muda.

Então opte por mudar o seu ambiente para aumentar suas chances de ter sucesso na dieta.

É por isso que o primeiro passo é se desfazer das comidas que não fazem bem para você.

E ir ao mercado, à feira, e ao açougue e comprar novos alimentos.

Aqueles alimentos que estão alinhados aos seus objetivos.

São eles:

  • carnes;
  • ovos;
  • vegetais;
  • legumes;
  • hortaliças;
  • frutas de baixo amido;
  • queijos;

dentre outros alimentos permitidos na low-carb.

Se você estiver se sentindo confuso(a) com relação ao que comprar, pode baixar gratuitamente uma lista de compras exemplo que fizemos para você.

>>> Clique aqui para baixar a lista de compras exemplo.

Resumindo: se livrar dos alimentos “proibidos” que estão na sua despensa aumenta drasticamente suas chances de sucesso.

Pois, se você não tiver “porcarias” em casa, vai ser muito mais difícil furar a dieta quando a vontade bater.

Porém, existem pessoas que simplesmente “não podem” se livrar de todos os alimentos altos em carboidratos que têm em casa.

E se eu não puder me livrar desses alimentos?

Essa questão costuma vir da seguinte forma.

“Mas Senhor Tanquinho, e se ninguém na minha casa fizer essa dieta? Eu consigo ter sucesso nesse caso?”

Sim, você consegue.

E vemos duas alternativas plausíveis para esse cenário.

(Se você pensar em outras, deixe um comentário ao final do texto.

Assim, outros leitores podem se beneficiar da sua ideia.

E este fica sendo um espaço ainda mais rico em dicas e estratégias de sucesso.)

Estratégia #1 — Tudo separado

Essa estratégia costuma ajudar as pessoas com mais descontrole.

Ou aquelas cuja própria família tenta ”sabotar” a dieta.

(Triste, né? Mas infelizmente existem esses casos.)

A estratégia consiste em se separar dessas pessoas que não contribuem com seu sucesso.

O que pode incluir:

  • fazer as suas compras em separado,
  • manter seus alimentos guardados em um local diferente,
  • cozinhar os seus pratos separados dos deles e, talvez,
  • até mesmo comer em horários diferentes.

Com isso, você evita as tentações e “erros” tão comuns no começo da dieta.

Sendo que talvez nem seja necessário seguir essa estratégia para sempre.

Mas ela pode sim ser válida no começo da dieta.

Porque é nessa fase de adaptação que vemos mais falhas acontecerem.

Sabemos que essa medida pode ser drástica.

Mas algumas pessoas só conseguem sucesso com ela.

Por outro lado, existe outra opção.

Que é especialmente útil quando você tem uma família que te apoia.

Mesmo que eles não precisem ou queiram fazer a dieta neste momento.

Estratégia #2 — O seu e alguns extras

Nessa segunda estratégia, você simplesmente faz a sua comida normal (que provavelmente será alguma variação de proteínas com vegetais).

E faz um complemento para os outros membros da sua casa: arroz, feijão, ou o que as outras pessoas comerem.

Mas lembre-se de fazer mais da “sua” comida.

Porque invariavelmente as pessoas vão querer comer um pouco do seu prato low-carb.

Alguns exemplos de pratos low-carb podem incluir:

  • bife na chapa,
  • sobrecoxa no forno,
  • pizza de couve-flor,
  • carne moída com legumes,
  • omelete de forno,
  • ovo frito,
  • sopas low-carb variadas,
  • filet mignon na manteiga,
  • salpicão low-carb,
  • bistecas de porco,
  • suflê de frango,
  • linguiças,
  • frango xadrez,
  • postas de salmão grelhadas,
  • lasanha de berinjela,
  • tilápia no forno,
  • maionese de abacate,
  • lula frita,
  • salada de abobrinha com molho gorgonzola,
  • antepasto de berinjela,

entre muitos, muitos outros.

E, se você não tem ideia de como fazer, ou de como combinar os alimentos para ter refeições:

  • gostosas,
  • nutritivas,
  • saudáveis, e
  • low-carb,

Pode baixar o cardápio grátis de sete dias que estamos dando a você.

Desse modo, você simplesmente cozinha os alimentos que deseja comer.

E prepara também os complementos mais ricos em carboidratos — como arroz, feijão, batata cozida, dentre outros — para as outras pessoas que moram com você.

Porque pode ter certeza: quando virem (ou sentirem o aroma) dos seus pratos low-carb… eles vão querer um pedaço.

E isso vale inclusive para os docinhos low-carb que você fizer — como este brigadeiro.

Resumindo: Se você mora com outras pessoas e elas te apoiam, pode ser útil preparar as suas refeições normalmente, apenas em maior quantidade.

E complementar os pratos das outras pessoas com algum carboidrato de escolha delas.

Se você quer ideias de pratos, pode baixar grátis um cardápio exemplo de 7 dias de dieta low-carb clicando aqui.

Como Começar A Low-Carb — Passo #2: Decida Se Você É Radical Ou Moderado

A dica #2 não diz respeito a suas posições políticas nem nada assim.

E sim ao seu modo de como começar a dieta.

Pois, ao nosso ver, existem duas abordagens principais.

Na primeira, você começa mais radical (com um maior corte de carboidratos), e depois vai ficando mais permissivo aos poucos.

E, na segunda, você começa mais permissivo e vai ajustando a restrição de carboidratos gradativamente.

Vamos ver como cada uma delas funciona.

Opção #1 — Vamos aos poucos

Nesta abordagem, o foco é tirar o excesso de carboidratos da sua alimentação.

Especialmente os refinados.

Isso inclui eliminar, de uma vez:

  • arroz,
  • trigo,
  • milho,
  • cevada,
  • cereais em geral,
  • farináceos (farinhas de todos esses itens acima), e
  • açúcar.

Mas sem eliminar de vez todos os alimentos ricos em carboidratos — apenas diminuir suas quantidades.

Relacionado: veja quantos gramas de carboidratos comer por dia para emagrecer.

Por isso, alguns alimentos ainda podem ser inseridos na dieta low-carb, porém com menor frequência — e em menores quantidades.

Se encaixam nessa categoria:

  • pera,
  • kiwi,
  • mamão,
  • uvas,
  • a maioria das frutas doces (veja aqui uma tabela as frutas e a low-carb),
  • feijão,
  • batata,
  • mandioca,

dentre outros.

Ou seja: nesta abordagem, começamos tirando basicamente os grãos e os açúcares refinados da sua dieta.

E também diminuindo a quantidade de alimentos mais ricos em carboidratos.

Mas podemos fazer isso aos poucos — por exemplo com uma dieta mais moderada em carboidratos (como a dieta Slow Carb), sem o objetivo de entrar em cetose.

Então como eu monto meu prato?”

Basicamente, você vai fazer o seu prato normalmente… só que aumentando a quantidade de proteínas, gorduras e saladas.

Dessa forma, no resto do prato (que você completaria com carboidratos) vai caber menos comida.

Sendo que o essencial é evitar macarrão, pão e açúcar sempre.

Porém quantidades pequenas de feijão, batata, ou mandioquinha não precisam ser 100% eliminadas.

(Entenda como encaixar o feijão na low-carb clicando aqui.)

Ou seja: esta abordagem é mais permissiva.

E é interessante para começar a dieta.

Porque te impede de desanimar no começo com uma restrição muito grande.

Assim, você começa retirando açúcares e farináceos…

E depois retira outros alimentos (se precisar ou quiser).

Por um lado, talvez você se sinta bem e fale: “quero experimentar tirar mais coisa e ver como me sinto”.

Ou então: “parei de perder peso, vou tentar reduzir carboidratos para sair do platô de peso”.

Por outro lado, pode ser que diga: “Estou gostando disso, vou manter assim.”

Ou mesmo “vou inserir um pouco mais de feijão e ver o que acontece”.

Sendo assim, esta é uma abordagem interessante para você começar “limpando” a dieta e depois fazer experimentos.

Resumindo: Neste modelo, você tira principalmente açúcares e farináceos — e segue uma dieta mais Paleo.

A partir daí, vai ajustando para uma low-carb com mais ou menos carboidratos se desejar fazer experimentos.

Opção #2 — Vamos de uma vez

A segunda abordagem é mais “radical”.

Pois ela consiste em eliminar de uma vez diversos alimentos ricos em carboidratos.

E empregar uma restrição maior de carboidratos para emagrecer.

(Talvez mesmo chegando a fazer uma dieta cetogênica nos primeiros dias.)

Então, neste caso já restringimos logo de início:

  • grãos e seus derivados,
  • farinhas e seus derivados (mas não as farinhas low-carb),
  • tubérculos e raízes (como batata e mandioca),
  • leguminosas em geral (como feijão e lentilha),
  • quase todas as frutas,

e alguns outros alimentos ricos em carboidratos.

>>> Relacionado: veja aqui a quantidade de carboidratos dos principais alimentos

É por essa maior restrição que chamamos a abordagem de “radical”.

E ela é interessante para pessoas:

  • que são realmente motivadas,
  • que estão dispostas a dar um “giro de 180 graus” na alimentação, e
  • que querem começar a ver resultado logo.

Porque, desta maneira, elas se animam vendo resultados rapidamente.

E isso as motiva para continuar na dieta.

Depois, conforme os resultados forem surgindo, você pode aumentar os carboidratos.

Ou se permitir exceções ocasionais.

O fato é que, assim como na outra abordagem, pode ser importante deixar espaço para experimentos.

Para realmente descobrir como seu corpo responde à alimentação.

Resumindo: Você pode optar por cortar um grande número de alimentos ricos em carboidratos logo de início.

Isso é mais radical, mas também tende a gerar resultados mais rapidamente.

O que pode servir para animar algumas pessoas.

Relacionado: cortou os carboidratos de uma vez? Cuidado com a gripe low-carb.

Como Começar A Low-Carb — Passo #3: Escolha Sua Maneira Favorita De Seguir

Ao longo destes mais de 5 anos estudando, ensinando e vivendo low-carb na prática, percebemos que existem 3 formas distintas de segui-la com sucesso.

Sendo que a “melhor abordagem” é algo individual.

(Isto é, pessoas diferentes se dão bem com abordagens distintas.)

E agora vamos descrever estes 3 modos de seguir a dieta low-carb.

Para que assim você possa escolher aquele que funciona melhor para você.

Sendo que você não precisa ficar preso somente a um deles.

Pois, ao longo de sua “jornada low-carb”, você pode transitar com as 3 maneiras — conforme você vai amadurecendo na dieta e conquistando seus objetivos.

Vamos começar falando de uma das maneiras favoritas de quem está iniciando na low-carb.

Modo #1 — Controlar apenas os carboidratos líquidos

Essa primeira maneira de seguir low-carb consiste em controlar apenas a quantidade de carboidratos digeríveis que você ingere ao longo do dia.

Sendo que a palavra “digeríveis” é importante aqui.

E ela representa, em resumo, a quantidade total de carboidratos dos alimentos menos a quantidade de fibras.

(Clique aqui se você não entendeu bem o que são os carboidratos líquidos.)

Essa é uma maneira interessante de começar a dieta low-carb por 3 motivos:

  • você vai conhecendo as características dos alimentos, e entendendo quais são “mais low-carb” ou “menos low-carb”;
  • você não corre o risco de extrapolar na quantidade de carboidratos “sem querer” — já que vai estar controlando esse número;
  • você não precisa se preocupar com as outras características do alimento (proteínas, gorduras e calorias).

Desse modo, fica muito mais fácil você “pegar o jeito da dieta”.

E assim conseguir segui-la da forma certa — mesmo se optar por não controlar os carboidratos diretamente (como no modo #3 que você vai ver abaixo).

Porque, ao fazer esse processo, você vai naturalmente começar a entender quais os melhores alimentos para usar como base da sua dieta low-carb.

O controle da quantidade de carboidratos pode ser feito por meio de:

  • aplicativos (como o FatSecret e o MyFitnessPal),
  • uma tabela com a quantidade de carboidratos dos alimentos, ou
  • informações nutricionais dos alimentos (por exemplo, lendo os rótulos. (Na dúvida, você pode consultar o Google ou os outros recursos citados).

Resumindo: Esta é uma das maneiras mais fáceis de seguir a dieta low-carb.

Porque nela você cuida apenas da ingestão de carboidratos líquidos.

E deixa que sua saciedade — e uma dieta rica em comida de verdade — cuidem do resto.

No vídeo abaixo, mostramos como usar o FatSecret para ter sucesso na low-carb.

Mas, se você gosta de acompanhar tudo mais de perto, pode optar pelo modo #2.

Modo #2 — Controlar todos os macronutrientes e calorias

A segunda maneira de fazer uma dieta low-carb que vamos apresentar é um pouquinho mais metódica que a primeira.

Isso porque ela consiste em controlar não apenas os carboidratos líquidos, mas sim todos os macronutrientes que você ingere.

Isto é: carboidratos, proteínas e gorduras (e, consequentemente, calorias).

Essa é uma abordagem que pode ser útil para algumas pessoas, e em algumas situações.

Por exemplo, pessoa que são mais minuciosas e desejam já começar a low-carb dessa forma — pois assim se sentem mais no controle da sua alimentação.

Ou para quem quem atingiu um platô de perda de peso e não sabe no quê está errando.

Pois, neste caso, pode ser que essa pessoa esteja comendo muito carboidrato.

Ou pode ser que ela esteja comendo muita gordura.

Então, anotar tudo o que ingere vai ajudar a perceber onde pode estar cometendo excessos.

(Pode ser naquele inocente “café à prova de balas”, por exemplo.)

Porque as calorias ainda importam — mesmo num contexto de dieta low-carb.

E esse controle mais próximo do que se come pode ser útil em outros casos além do emagrecimento.

Como, por exemplo, pessoas que buscam a hipertrofia muscular na dieta low-carb.

(Já que, nesse caso, é importante se atentar à ingestão de proteínas e de calorias.)

Seja qual for o seu caso, esse controle de macronutrientes e calorias pode ser feito da mesma forma que falamos anteriormente:

  • por meio de aplicativos, ou
  • por meio das informações nutricionais dos alimentos.

Resumindo: No segundo modo de seguir a low-carb, acompanha-se a ingestão de todos os nutrientes.

Esse sistema lembra a filosofia alimentar conhecida por dieta flexível.

Embora sempre vamos preferir comer comida de verdade na dieta low-carb.

E comer comida de verdade é especialmente importante se algum dia você quiser experimentar o modo de seguir #3.

Modo #3 — Não controlar os macronutrientes, apenas os alimentos

Este modo de seguir a low-carb é para as pessoas que preferem não se preocupar tanto.

E deixar que as coisas se acertem naturalmente.

A ideia é que você baseie sua dieta em alimentos que você sabe que possuem baixo teor de carboidratos — e alto teor de saciedade por porção.

Sem se preocupar em medir a quantidade de calorias ou de carboidratos de cada pedaço de comida (ou bebida) que você ingere.

Essa abordagem é muito prática e direta.

E, para ter sucesso com ela, basta ter acesso a uma lista de alimentos permitidos, como esta, à disposição.

Você monta o prato baseado nos alimentos da lista.

E come até a saciedade, sempre que tiver com fome.

(Sem precisar comer a cada 3 horas.)

Em um exemplo prático, podemos pensar em um prato de carne (do tipo que ela preferir) com salada de alface e tomate, ou mesmo brócolis.

Ela pode comer o quanto ela quiser, sem se preocupar com carboidratos e nem com as calorias. Porque os nutrientes vão se ajustar naturalmente.

A verdade é que você simplesmente não consegue comer muitos carboidratos se estiver focando sua alimentação nos “alimentos ditos low-carb” (mais sobre eles abaixo).

E isso acontece porque nosso corpo é bem inteligente, e tem vários mecanismos que regulam a sensação de saciedade.

Sendo assim, você simplesmente não conseguir muitos carboidratos de alimentos como o brócolis.

Continuando nosso exemplo, 100g de carboidratos líquidos equivalem a mais de um 1kg de brocólis.

E esse modo de seguir é mais simples porque você não tem de ficar pesando os alimentos.

E nem consultando uma tabela de carboidratos a torto e a direito.

Basta saber quais alimentos são low-carb — e se deliciar à vontade com eles.

Mas, nesse ponto, vale uma observação importante.

Sobre a expressão “alimentos low-carb”

Nós usamos algumas vezes a expressão “alimento low-carb”.

Mas — conforme falamos no texto completo sobre alimentos permitidos na low-carb — não gostamos muito dela.

E a utilizamos apenas para facilitar o entendimento de quem está começando a dieta.

Porque não existem “alimentos low-carb”.

Afinal de contas, podemos tentar criar algum tipo de definição arbitrária, como a seguinte.

“Se o alimento tiver menos de 10% de suas calorias vindas de carboidratos, ele é low-carb”.

Ou alguma variante assim.

Mas, sinceramente, isso não faz muito sentido.

Porque o fato é que low-carb é uma estratégia nutricional — e não um alimento ou um grupo de alimentos.

Porém, ainda assim usamos essa denominação.

Em primeiro lugar porque é mais fácil e prático dizer “alimento low-carb” do que “alimento alinhado com a estratégia nutricional low-carb, e que dificilmente será alvo de exageros”.

E em segundo lugar porque é assim que os nossos leitores costumam se referir aos alimentos mais comumente consumidos na dieta low-carb.

E nós fazemos tudo por vocês! 😄

Sendo que, se você tem dúvidas sobre esse conceito de “alimento low-carb” e sobre quais são os ditos “alimentos low-carb”, então você deve ler este texto aqui.

Nele você vai encontrar também uma lista de alimentos permitidos e muito mais, para assim nunca mais ficar em dúvida se deve ou não deve comer dado alimento.

Resumindo: Este modo de seguir uma dieta low-carb é o que consideramos o mais simples. Por não envolver balanças, contas, tabelas e aplicativos, ele é o que costuma ser mais seguido pelas pessoas a longo prazo.

Como Começar A Low-Carb — Passo #4: Saiba O Que Medir

É extremamente difícil saber se você está tendo resultados… se você não souber como medi-los.

Como dizia Peter Drucker, uma lenda do gerenciamento de empresas:

Aquilo que pode ser medido pode ser gerenciado.”

No final das contas, a verdade é que nós estamos seguindo low-carb porque nós queremos algum tipo de resultado.

Alguns dos mais comuns são:

  • eliminar gordura,
  • ganhar massa muscular, e
  • controlar o diabetes.

Esses são 3 objetivos distintos.

E que, por isso, exigem métricas distintas.

Mas, em todos eles, nós temos de saber como medir os resultados.

Isto é: você tem de saber o que acompanhar para saber se está tendo sucesso.

Sendo que o caso mais comum é de pessoas que querem emagrecer.

Medindo o sucesso de quem busca emagrecer

guia dieta cetogênica: emagrecimento definitivo e com saúde

Se você busca emagrecer, o que está buscando é diminuir sua quantidade de gordura corporal.

Mas pode não ser prático fazer exames tipo pesagem hidrostática a cada pouco tempo.

Por isso, para a maioria das pessoas faz mais sentido acompanhar algumas variáveis como o peso e as medidas corporais.

Você também deve ver mudanças ao se olhar no espelho.

Mas é melhor não apenas se olhar no espelho, mas também  tirar fotos.

E daí fazer montagens no estilo “antes e depois”, para ter uma comparação visual.

Até porque você provavelmente se olha no espelho todos os dias.

Então você não vê as mudanças graduais que acontecem.

Porém, se você tirar e observar fotos separadas por algumas semanas ou meses, vai poder observar uma grande diferença.

E, além das fotos, uma outra forma de perceber os resultados é nas roupas.

Se suas roupas estão ficando largas em você, então isso é sinal de que você está emagrecendo — afinal suas roupas não mudam de tamanho.

Uma outra forma é reparando nos elogios das pessoas.

Conforme você for emagrecendo, vai notar as pessoas falando frases como.

“Nossa, como você emagreceu! O que você está fazendo?”

E olha só que curioso: muitas vezes são aquelas mesmas pessoas que criticaram quando você apareceu “comendo carne com gordura e salada”.

Resumindo: existem várias formas de acompanhar seu progresso de emagrecimento. As mais práticas e comuns são acompanhar o peso e as medidas corporais.

Sendo que também é útil guardar fotos tiradas em frente ao espelho, sempre nas mesmas posições, e em intervalos regulares (uma vez por mês, por exemplo).

Por que o peso não é a melhor maneira de medir o progresso

A nosso ver, o peso é um indicador de emagrecimento (ou ganho de massa) não muito preciso.

Sendo que ele só deveria ser utilizado em conjunto com as outras formas de avaliar progresso que já descrevemos.

Ou seja, o peso também não deveria ser a única variável avaliada porque ele pode variar muito — mesmo dentro de um mesmo dia.

Experimente fazer o experimento de se pesar várias vezes em um mesmo dia se tiver uma balança em casa.

Você vai ficar chocado(a) com as variações de até 2 a 3 kg dentro de um mesmo dia.

E é por isso que nós não aconselhamos que você se pese sempre várias vezes ao dia.

Porque você está basicamente atribuindo valor (e provavelmente ansiedade) a variações que são apenas “ruído” — sem representar um ganho ou perda real de gordura corporal.

Fora isso, ele pode variar também bastante ao longo de uma semana — ou mesmo de acordo com ciclos, como acontece com as mulheres.

Pois, devido ao ciclo menstrual, as mulheres podem reter mais água em determinados momentos do mês e menos em outros — o que acaba refletindo no número na balança.

Então por isso que nós falamos que é para acompanhar o peso no máximo uma vez por semana — de preferência sempre no mesmo dia e horário.

E o mesmo vale para as medidas: sempre no mesmo dia da semana e no mesmo horário, por exemplo, todas as quintas-feiras de manhã.

Por último, você não deve nunca se pesar logo após um dia do lixo ou dia livre.

Porque a tendência após um dia assim é que você esteja mais retido de líquidos e mesmo com mais fezes acumuladas dentro de você.

Acredite, isso pode fazer muita diferença — por experiência própria que falamos isso.

Resumindo: usar somente o peso para acompanhar seu processo de emagrecimento não é a melhor ideia possível.

Porque o peso pode variar muito ao longo de um mesmo dia, não sendo uma medida muito fiel de seu progresso.

Prefira utilizar as medidas corporais, as fotos no espelho e o fato das suas roupas estarem ficando mais folgadas como indicadores de emagrecimento.

Acompanhando o progresso de quem tem outros objetivos com low-carb

Já para quem não busca o emagrecimento, existem outras formas de medirmos os resultados.

Por exemplo, se você busca a hipertrofia muscular, vai ser útil ver o seu peso aumentar,  e as medidas corporais também.

(É claro que você vai preferir aumento de circunferências como braços e peito em vez da cintura.)

Além disso, ganhos de força na academia são uma boa heurística para ganho de massa muscular.

Já quem está lutando contra o Diabetes vai notar seu progresso em alguns exames.

Muitas vezes, os médicos desses pacientes pedem exames como glicemia em jejum, glicemia pós prandial, HOMA-IR, e hemoglobina glicada.

Pois, para aquelas pessoas que têm resistência à insulina, a melhora na sensibilidade à insulina pode ser uma ótima vitória.

Mas é claro que tudo isso pode ser melhor explicado pelo seu médico.

Resumindo: cada tipo de pessoa busca um tipo de resultado com a dieta low-carb.

Portanto, cada tipo de pessoa vai encontrar maneiras diferentes de medir seu progresso de acordo com seus objetivos.

De toda forma, é importante que você saiba que é importante medir, e mantenha esses marcadores em mente.

Para perceber que os resultados estão vindo, e não desanimar.

Como Começar A Low-Carb — Passo #5: Transforme A Dieta Em Estilo De Vida

Nossa quinta, e talvez mais importante, dica é a seguinte.

Não encare “low-carb” como uma dieta temporária, mas sim como um estilo de vida duradouro.

Encarar seu novo estilo alimentar como “dieta” pode trazer uma conotação ruim para ele.

Até porque fomos sempre acostumados a ideia de que dieta era uma coisa sofrida mas de curto prazo.

Afinal de contas, o que você pensa quando escuta coisas como dieta do ovo, da Lua, do limão, e outras maluquices?

E ver a dieta low-carb simplesmente como mais uma dieta pode te desmotivar ou mesmo te deixar ansioso por resultados mirabolantes e rápidos.

Mas a verdade é que você não engordou do dia para noite e também não vai emagrecer da noite para o dia.

Então não espere milagres: mas sim resultados consistentes, e que você consegue manter.

E com uma observação importante: de que com low-carb seu caminho até o peso que você deseja e a saúde que você merece será muito menos sofrido.

Isso porque, diferentemente de outras dietas que não funcionam, com o estilo de vida baixo em carboidratos você:

  • não precisa comer a cada 3 horas;
  • não precisa passar fome;
  • não precisa contar ou restringir calorias artificialmente;
  • não precisa comer comida sem graça e sem sabor;
  • não precisa gastar dinheiro com alimentos caros, lights, ou diets;
  • não precisa sair da mesa com fome;
  • não precisa levar um monte de lanches com você para cima e para baixo.

A ideia é que ele seja um estilo de vida no sentido de que você não vai precisar se forçar a nada.

Por exemplo:

  • você só precisa comer quando e se tiver estiver com fome, e além disso
  • você sempre pode e deve comer até a saciedade.

Além do você vai  sempre poder comer comida gostosa e saudável de verdade.

E a sua alimentação vai ser apenas mais uma atividade prazerosa no seu dia, e não o centro dela — que é o acaba acontecendo quando você só pensa nisso.

A sua alimentação deve ser integrada ao seu estilo de vida, e não algo ao redor do qual você tem que mudar a sua vida toda para ajustar.

Certamente isso não faz sentido e não é isso que nós defendemos.

E é por isso que batemos tanto na tecla de transformar a alimentação em um estilo de vida.

Sendo que, se você está tendo dificuldades, ou não sabe como fazer isso, uma forma fácil de pegar um atalho para o rumo certo é justamente com o auxílio do nosso cardápio-exemplo para 147 dias de low-carb.

O mapa para o sucesso: cardápio da dieta low-carb

guia dieta cetogênuca: o mapa para sua saúde e emagrecimento

O Guia Cardápio Low-Carb é um plano de 147 dias para emagrecer com redução de carboidratos refinados, mas que te permite comer alimentos super saborosos e saudáveis, sem jamais passar fome.

A ideia é tirar todo o trabalho de adivinhação que você teria — porque já desvendamos o quebra-cabeça para você.

Afinal de contas, para que ficar andando em círculos… se um mapa do tesouro já existe?

E ele vem sendo constantemente refinado e aprimorado: porque já temos mais de 5000 clientes completamente satisfeitos com este material premium.

(Até porque devolvemos o dinheiro de quem não gostar — clique aqui para entender nossa garantia à prova de falhas.)

E é por isso que recebemos todos os dias depoimentos como este da Débora:

O Guilherme e o Roney se superaram dessa vez. Apesar de ser inscrita no Senhor Tanquinho e em outros canais do Youtube sobre alimentação low carb, sentia falta de um cardápio pronto. De quebra, eles ainda enviaram as receitas, que já imprimi e vou encadernar para consultar durante o preparo dos alimentos. Obrigada, queridos.”

>>> Clique aqui para se juntar a esse movimento e emagrecer com saúde!

Resumindo: Defendemos um estilo de vida saudável.

Se você está se sentindo perdido(a), existem grandes chances de que o Guia Cardápio Low-Carb possa te ajudar.

Conclusão E Palavras Finais

Se você leu o texto inteiro até aqui, então merece nossos parabéns: você provou que é alguém interessado e comprometido em mudar sua saúde.

Sabemos que o texto ficou um pouco longo, mas isso porque queríamos que ele fosse completo e ao mesmo tempo fornecesse as dicas mais importantes para você começar a dieta low-carb da forma certa.

Por isso, após essas mais de 4 mil palavras que você leu, você aprendeu que os passos mais importantes para iniciar uma low-carb de sucesso são:

  • limpar sua despensa;
  • decidir se vai começar de forma radical ao moderada;
  • escolher se você vai calcular carboidratos e calorias ou não;
  • fazer as medições adequadas para acompanhar seu progresso; e
  • encarar a dieta low-carb como estilo de vida.

Essas podem parecer lições simples, mas certamente foram lições que fizeram a diferença na vida de muita gente que encontramos ao longo dos últimos anos.

E se você gostou desse texto, não deixe de colocar seu email na caixa logo a seu final.

Para que assim você sempre seja avisado quando publicarmos novos artigos e dicas quentíssimos para você.

E, por fim, queremos ouvir de você:

  • qual dica você gostou mais?
  • você já adotou algum desses passos? quais?

Continuamos essa conversa nos comentários abaixo!

Um forte abraço,
— Guilherme E Roney, do Senhor Tanquinho.

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