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"Não coloco no catálogo do impossível uma guerra generalizada"

Em entrevista à revista XXI, Durão alerta para o perigo de guerra à escala global por não haver uma ordem mundial definida. Diz que não se combate terrorismo com fronteiras e desafia o islão moderado a lutar contra o extremismo


Sem arriscar cenarizar como Huxley ou Orwell, Durão Barroso acredita que "está ainda por construir a ordem política da globalização" e alerta para o risco de "guerras generalizadas". Numa entrevista publicada hoje na revista XXI - à qual o DN teve acesso - , o ex-presidente da Comissão Europeia afirma que "o ideal seria um mundo onde não houvesse fronteiras", defende Schengen e quer que o Islão moderado assuma responsabilidades no combate ao extremismo.Durão Barroso, que faz parte do Comité Diretor do grupo de Bilderberg (clube muitas vezes acusado de querer construir uma nova ordem mundial, à semelhança da ficção do Admirável Mundo Novo de Huxley ou do 1984 de George Orwell) fala, de forma despudorada sobre a organização política do mundo



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