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Espera desespera a desalegrar



... homem que perdeu seu eu menino, desencontra o sono, desarvora o tino, desatina a desbrincar; desbrincando dessonha, peçonha de desaprender sonhar...


Antonio Pereira Apon.



Ainda cedo e já tão tarde,

frígido sol que arde;

é crepúsculo abortando a alvorada,

noite retardando a madrugada,

eterno outono na folhinha desfolhada.

Ciranda que gira, mas não anda,

ponteiros que desandam;

fingindo,

fugindo a cirandar.

No cais,

já tarda o caos.

São tantas naus!

Nenhum destino…

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