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A “morte” do sono e o “sono” da morte



... Todos os dias, experienciamos a “morte” transitória do sono, até aquele dia em que iremos transitar pelo “sono” experiencial da morte...


Antonio Pereira Apon.



Há quem diga que dormir é morrer e os que acreditam ser a Morte, o sono eterno. Na “morte” do sono, o espírito afasta-se momentaneamente do corpo. No “sono” da morte, a o rompimento definitivo dos laços entre um e outro.


Conforme nos conta a mitologia:


Hipnos, filho de Nix (a noite) e Erubus (a escuridão). Era o deus grego do sono e da sonolência, sendo seu equivalente romano Somnus. Irmão gêmeo de Tânato, o deus da morte. Cabia a Hipnos o descanso reparador de todas as criaturas terrenas, já seu irmão, espreitava os viventes...


Segundo Ovídio:


Hipnos contraiu matrimônio com uma das Graças ou Cárites, Pasítea, gerando os Oniros, destacando-se entre estes, os três responsáveis por distribuírem os Sonhos a quem dormia e uma filha, que fazia a distribuição entre os despertos:


Assim. Morpheus, considerado o chefe dos oniros, era o Criador Dos sonhos; Ícelus, criador dos pesadelos; Phantasos, criador dos objetos inanimados, monstros, quimeras visíveis nos sonhos e que ficam retidas na memória, enquanto à Phantasia, sua irmã gêmea, cabia a criação dos delírios, devaneios.


Conta-nos o mito:

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