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PASSEIO PELAS MONTANHAS MÁGICAS

Reportagem de Maria José Santa 
para o PÚBLICO

Não é só a paisagem que faz com que 
estas montanhas sejam mágicas

Aldeia

No território que abrange as serras da Freita, Arada, Arestal e Montemuro há muito para descobrir e sentir. O desafio passa por fazê-lo ao longo de uma Rota centrada em atractivos ligados à água e à pedra.
É no município de Sever do Vouga — terra do mirtilo (e não só) — que damos início à descoberta da Rota da Água e da Pedra. E sem motivos para queixumes: aquela sexta-feira de Fevereiro, que tinha começado com temperaturas bem baixas, acabou por se transformar num belo dia de (quase) Primavera. A aventura começa junto à antiga estação de Paradela, na antiga linha do Vouga, com uma pequena caminhada. Era aqui, junto às margens do rio Vouga, que passava o troço ferroviário que ligava a linha do Norte à do Dão (entre Espinho e Viseu), numa extensão de 140 quilómetros. 

NOTAS:
 
1. Sigo há anos os trabalhos de Maria José Santana publicados nos jornais.  Escreve com sabor e alma sobre  o que observa nas reportagens que faz, dando-nos retratos fiéis e expressivos que sempre me sensibilizam. Daí que, ao lê-la, me apeteça seguir os seus caminhos e propostas para lavar o espírito e desentorpecer as pernas já cansadas pelos anos. Ontem brindou-nos com texto e imagens, algumas das quais me são familiares há muito. Aconselho, portanto, uma leitura pelos trilhos que calcorreou pela Rota da Água e da Pedra.

 2. Os textos  em itálico e a foto são do PÚBLICO e foram editadas no caderno Fugas de sábado.


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