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DKW 3=6 Monza foi um elegante cupê que bateu recordes na Itália

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Na metade dos anos 50, a DKW forneceu a mecânica necessária para um pequeno cupê de design elegante e que – mesmo com baixa potência – estabeleceu recordes no circuito italiano de Monza. O nome era bastante sugestivo e, nesse caso, fazia jus ao produto. Desenvolvido pela Auto Union DKW, o Monza – em homenagem ao circuito citado acima – foi construído com uma carroceria de fibra de vidro, que lhe permitia pesar menos que os carros da marca alemã na época.

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O projeto também seguia o bom momento do fabricante germânico, que obteve várias vitórias em competições com o DKW 3=6 ‘Sonderklasse’ nos anos de 1954 e 1955. O estilo foi criado pelos designers Günther Ahrens e Albrecht W. Mantzel, que haviam trabalhado no carro de competição.

Com desenho elegante e aerodinâmico, o DKW 3=6 Monza era bem atraente para a época e chamava atenção pela frente bem baixa, dotada de grade cromada com os famosos quatro anéis – hoje presentes na Audi – faróis simples e linhas bem sinuosas, bem como colunas B invertidas, que criavam uma vigia traseira envolvente.

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Um discreto porta-malas, lanternas horizontais de aspecto moderno para a época e rodas com enormes calotas cromadas fechavam o belo visual exterior. Por dentro, o painel era estreito e com a parte superior revestida em couro, tendo ainda instrumentação circular bem compacta, um volante com dois raios triplos, rádio e um porta-luvas que combinava os dois revestimentos do conjunto frontal. O câmbio de quatro marchas tinha alavanca na coluna de direção e o espelho interno fica apoiado no painel.

Na mecânica, o Dkw Monza seguia a filosofia de dois tempos da marca alemã, tendo um bloco de três cilindros e 903 cm3, que proporcionava 40 cv e 8 kgfm (na versão 1958, feita por Schenk), mas insuficientes para o cupê que, apesar dos 780 kg, ia de 0 a 100 km/h em eternos 22 segundos e com máxima de 140 km/h.

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Os números parecem ruins, mas no sedã 3=6 era bem pior: 31 segundos e 125 km/h. Surgiu em 1958, o DKW Monza 1000, versão com motor de 983 cm3 com 44 cv e 8,5 kgfm. Este propulsor equipou os DKW-Vemag no Brasil a partir de 1961, mas entregando 50 cv e os mesmos 8,5 kgfm.

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Com 4,09 m de comprimento, 1,61 m de largura e 2,35 m de entre eixos, o DKW Monza tinha 1,35 m de altura e permitia uma performance interessante para a época. Para sua fabricação, como era feito em vidro de vidro, três encarroçadores famosos foram contratos, sendo eles Dannenhauer & Stauss (Stuttgart), Massholder (Heidelberg) e Robert Schenk (Stuttgart).

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Todos os três produziram por curto período, que durou apenas três anos. Desse total, estima-se que tenham sido feitos menos de 240 exemplares. O número de carros existentes atualmente também é conflitante, contado apenas em poucas dezenas. Mas, para o DKW Monza, sua fama veio dos recordes de velocidade média no circuito de Monza, fazendo 140 km/h com seis pilotos diferentes e estabelecendo cinco marcas internacionais.

 

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